César Maia acusa Ministério da Saúde de ser omisso sobre dengue no Rio
LUIZ FRANCISCO
da Agência Folha, em Salvador
O prefeito do Rio, Cesar Maia (DEM), disse nesta quinta-feira em Salvador que a dengue é uma "espécie de coqueluche nacional" e voltou a responsabilizar o Ministério da Saúde pelo aumento dos casos da doença no Estado --até ontem, 54 pessoas vítimas da epidemia tinham morrido.
"Quando tem problema, todos são Pilatos, lavam as mãos e transferem a responsabilidade", disse o prefeito, que participou do lançamento da candidatura do deputado federal Antonio Carlos Magalhães Neto (DEM) à Prefeitura de Salvador.
De acordo com Maia, o governo federal deve coordenar as campanhas de vacinação e o combate às epidemias e endemias, porque tem informações de todo o país. "Cada um de nós tem responsabilidade, a dengue está aí há mais de cem anos, o Brasil é um país tropical, tem áreas úmidas, e isso, inevitavelmente, se repete."
Maia disse que os casos mais graves da doença foram registrados no ano passado no Maranhão e no Piauí. "O Ministério da Saúde tem essa informação, e se omitiu, ocultou essa informação. Hoje, por exemplo, nós sabemos como atuar sob dengue em crianças, desde que elas cheguem aos hospitais em condição de afetação primária. Aí, nós temos absoluta certeza de que ela não morrerá, mas, caso chegue em situação terminal, já não dá mais."
O prefeito disse que recebeu a informação dos casos de dengue hemorrágica no Maranhão e no Piauí na segunda quinzena de março. "Quando recebemos a informação, nós nos preparamos para enfrentar este tipo da doença em crianças."
De acordo com a Secretaria da Saúde do Maranhão, até o dia 24 de março, 1.608 casos da doença foram registrados no Estado (quatro pessoas morreram com dengue hemorrágica). O governo local diz que a situação está sob controle.
Já no Piauí, até o dia 19 foram notificados 606 casos --nenhum com dengue hemorrágica, segundo a Secretaria da Saúde. Em 2007, houve 7.000 casos e 12 mortes confirmadas.
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Especial


Agora o estado onde ela está crescendo é a Bahia.
Continua tendo a certeza de que a expansão da dengue conta com uma contribuição significativa da população que não tem as mais básicas noções de higiene, saúde e civilidade. Porém o grande agente que poderia reverter este quadro também não faz a sua parte. E que agente é este? Simplesmente o poder executivo (municipal, estadual e federal - traduzindo para alguns: prefeito, governador e presidente da república) através dos seus gentes de saúde e de publicidade.
E agora, na Bahia, não adianta culpar PSDB, DEM ou qualquer outro partido que não seja o pt.
E mais uma vez quem perde é o cidadão que sustenta com os seus impostos esta turma que, independente de partido, não gosta de trabalhar.
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Este programa emite uma frequencia que afasta os voadores, e não pertuba o ouvido humano.
É o que pensei para ajudar os amigos cariocas.
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Atenciosamente,
José Rubem.
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