Forças Armadas começam a erguer hospitais para tratar pacientes com dengue no Rio
da Folha Online
As Forças Armadas informaram nesta sexta-feira que começaram a construir os três hospitais de campanha para auxiliar no atendimento a pacientes com dengue no Rio. A expectativa é de que as unidades funcionem a partir de segunda-feira (31).
No total, 1.200 agentes de saúde do Exército, da Marinha e da Aeronáutica serão deslocados para trabalhar nos hospitais, que ficarão abertos 24 horas.
De acordo com o anunciado ontem (27), a unidade da Aeronáutica, que servirá de apoio ao hospital municipal Lourenço Jorge (Barra, zona oeste), funcionará na sede campestre da Aeronáutica. Apenas para esta unidade haverá uma triagem inicial de pacientes, feita no terminal de ônibus Alvorada. Nos outros, a instrução é receber pacientes transferidos de hospitais próximos, informou o Ministério da Saúde.
O hospital de campanha do Exército, referência para o hospital Carlos Chagas (Deodoro, zona norte) funcionará dentro da Vila Militar, no mesmo bairro. O da Marinha, que atenderá a pacientes dos hospitais da Posse (Nova Iguaçu, região metropolitana) e de Duque de Caxias (no município de mesmo nome, também na região metropolitana), ambos na Baixada Fluminense, será montado dentro do quartel do Corpo de Bombeiros de Nova Iguaçu. Cada um deles terá, em média, 40 poltronas para pacientes receberam hidratação com soro.
Desde o começo do ano, 54 mortes por dengue foram confirmadas no Rio. Outros casos estão sob análise.
Intoxicação
Entre ontem e esta sexta-feira, 67 pessoas com intoxicação por um pó químico usado para combater o mosquito da dengue foram atendidas no Hospital Municipal Souza Aguiar.
De acordo com investigação preliminar da polícia, o pó --cuja propriedade ainda não foi identificada-- teria sido colocado na tubulação do ar-condicionado central de um prédio para evitar proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença.
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Especial


Agora o estado onde ela está crescendo é a Bahia.
Continua tendo a certeza de que a expansão da dengue conta com uma contribuição significativa da população que não tem as mais básicas noções de higiene, saúde e civilidade. Porém o grande agente que poderia reverter este quadro também não faz a sua parte. E que agente é este? Simplesmente o poder executivo (municipal, estadual e federal - traduzindo para alguns: prefeito, governador e presidente da república) através dos seus gentes de saúde e de publicidade.
E agora, na Bahia, não adianta culpar PSDB, DEM ou qualquer outro partido que não seja o pt.
E mais uma vez quem perde é o cidadão que sustenta com os seus impostos esta turma que, independente de partido, não gosta de trabalhar.
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Este programa emite uma frequencia que afasta os voadores, e não pertuba o ouvido humano.
É o que pensei para ajudar os amigos cariocas.
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Atenciosamente,
José Rubem.
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