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Cotidiano
31/03/2008 - 17h48

Apesar de epidemia no Rio, incidência de dengue cai no país, diz Saúde

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da Folha Online

Apesar da epidemia que atinge o Estado do Rio, a incidência de dengue diminuiu em 2008 no Brasil, segundo o Ministério da Saúde. De acordo com os dados da Secretaria de Vigilância Sanitária, foram 98.787 casos entre janeiro e fevereiro, contra 120.570 no mesmo período de 2007. O número representa uma redução de 27%.

Até a 9ª semana de 2008 foram notificados 120.570 casos da dengue hemorrágica, dos quais 647 foram confirmados e 48 resultaram em morte. Segundo a pasta, não é possível comparar com o mesmo período do ano passado porque não há dados discriminados por semana. Durante todo o ano passado, foram registrados 559.954 casos da doença, com 158 mortes.

A queda, no entanto, não foi homogênea nas cinco regiões do Brasil. O Centro-Oeste e o Sul tiveram diminuição de 79,06% e 56,88% respectivamente. A região Norte teve o maior aumento da dengue, com um acréscimo de 52,82%, apesar de ter o segundo menor número de casos absolutos.

O Rio de Janeiro teve 36% do total de casos (em números absolutos), com 32.552 notificações (22.167 capital).

O governo do Estado anunciou que vai recrutar pediatras da rede pública de outros Estados do Brasil para ajudar no atendimento a crianças com suspeita de dengue na cidade do Rio. A Secretaria da Saúde informou que arcará com as despesas de passagem, hospedagem e o custo de diárias e plantões dos médicos.

A intenção, segundo o órgão, é reforçar o quadro de pediatras dos hospitais da rede estadual do Rio, devido ao grande número de crianças com suspeita de dengue que chegam às emergências das unidades.

Desde o começo do ano, 54 mortes por dengue já foram confirmadas no Estado pela Secretaria Estadual de Saúde, 31 delas na cidade do Rio. As outras aconteceram nos municípios de Duque de Caxias (7), Miguel Pereira (1), Campos dos Goytacazes (3), São João de Meriti (3), Paracambi (3), Nova Iguaçu (3), São Gonçalo (3), Angra dos Reis (1) e Belford Roxo (1).

Militares

Os hospitais de campanha montados pelas Forças Armadas no Rio começaram a funcionar na manhã desta segunda-feira para atender pacientes com dengue. Em duas horas, a unidade da Aeronáutica atendeu 80 pessoas.

O hospital fica na Barra da Tijuca (zona oeste), próximo ao hospital municipal Lourenço Jorge. As outras unidades estão instaladas em Deodoro, na Vila Militar (Exército), e o da Marinha, no quartel do Corpo de Bombeiros de Nova Iguaçu (Baixada Fluminense).

O atendimento inicial e o diagnóstico de pacientes com dengue não é feito nas tendas. Para lá, só irão pacientes que passaram por hospital público antes. A Aeronáutica conta com um centro de triagem no terminal da Alvorada, na Barra.

Comentários dos leitores
domingos fonseca (1) 16/06/2009 16h00
domingos fonseca (1) 16/06/2009 16h00
O Brasil esta prerarado para enfrentar a pandemia de gripe suina? de acordo com o ministerio da saude sim, meus amigos não se iludam, nem para dengue estamos preparados cujo vetor é um mosquito que seria muito mais facil ou menos dificil controlar sorte nossa que a gripe não e tão violenta como parecia senão seria uma vassourada por aqui sem opinião
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elmar oliveira (20) 16/06/2009 15h55
elmar oliveira (20) 16/06/2009 15h55
O que mais me faz lamentar, é que o Governador Jaques Wagner , e consequentemente sua BELA EQUIPE DE GOVERNO ainda pensam em reeleição. Com essa incompetência toda no combate a essa doença. O pior é que o eleitor da Bahia, movido por outras coisitas, como Festas Juninas, Carnaval, etc, deverá eleger essa PATOTA. sem opinião
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Andrea Agrellos (1) 12/06/2009 11h11
Andrea Agrellos (1) 12/06/2009 11h11
O pior é a mentalidade do povo, sempre atrasados. Estão achando o máximo a liberação da verba para o São João mesmo que isso acarrete em falta de investimento na prevenção da Dengue. É por causa dessas coisas que Porto Seguro está deixando de ser o destino preferido de muitos brasileiros, sim pq essa festa não será nenhuma produção memorável. Porto Seguro nunca teve, na Bahia, tradição em festas juninas e isso com certeza não mudará os planos de quem já planejava vir pra cá. A falta de cultura e educação traz mais importância a ações imediatistas e fúteis do que o plantio de boas ações para o futuro. A exemplo de muitas cidades turísticas em Porto Seguro a receptividade, a limpeza e a falta de estrutura no centro urbano deixaram de ser fatores importantes para se aumentar a economia e o bem estar local. 1 opinião
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