Hospitais das Forças Armadas atenderam 900 pessoas no Rio
da Agência Brasil, no Rio de Janeiro
da Folha Online
No quarto dia de funcionamento, os hospitais de campanha das Forças Armadas que têm atendido os pacientes com suspeita de dengue na cidade do Rio registraram 900 atendimentos.
O hospital de campanha da Aeronáutica atingiu o limite de 400 atendimentos por volta das 16h desta quinta-feira (3).
O hospital de campanha do Exército atendeu a 193 pessoas até as 16h --27 pacientes eram criança. A unidade da Marinha realizou 292 atendimentos, sendo 100 pacientes de até 14 anos.
Segundo apurou a Folha, clientes de planos de saúde buscaram nas tendas militares o atendimento médico contra a dengue que não encontraram nos hospitais e clínicas particulares. Neles, os pacientes aguardam em média 30 minutos, passam por uma triagem no terminal rodoviário Alvorada e, então, são levados de ônibus até o local de atendimento.
Ajuda
O número de mortes atingiu 67 no Estado, 13 a mais que no último relatório. Desse total, 21 tiveram a dengue hemorrágica. Ainda de acordo com o último relatório, 58 mortes suspeitas ainda são investigadas.
Na próxima segunda-feira (7), começam a chegar no Estado os primeiros médicos de outros Estados que reforçarão o atendimento no sistema de saúde do Rio de Janeiro
Eles atendem o pedido do secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, que solicitou cerca de 150 profissionais para ajudar no combate à epidemia de dengue.
O presidente do Conass (Conselho Nacional dos Secretários de Saúde), Osmar Terra, informou que os profissionais, em sua maioria pediatras, ficarão no estado o tempo que for necessário, obedecendo a um sistema de revezamento.
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Especial


Agora o estado onde ela está crescendo é a Bahia.
Continua tendo a certeza de que a expansão da dengue conta com uma contribuição significativa da população que não tem as mais básicas noções de higiene, saúde e civilidade. Porém o grande agente que poderia reverter este quadro também não faz a sua parte. E que agente é este? Simplesmente o poder executivo (municipal, estadual e federal - traduzindo para alguns: prefeito, governador e presidente da república) através dos seus gentes de saúde e de publicidade.
E agora, na Bahia, não adianta culpar PSDB, DEM ou qualquer outro partido que não seja o pt.
E mais uma vez quem perde é o cidadão que sustenta com os seus impostos esta turma que, independente de partido, não gosta de trabalhar.
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Este programa emite uma frequencia que afasta os voadores, e não pertuba o ouvido humano.
É o que pensei para ajudar os amigos cariocas.
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Atenciosamente,
José Rubem.
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