Número de mortes por dengue chega a 54 na cidade do Rio
LUISA BELCHIOR
Colaboração para a Folha Online, no Rio
Mais duas mortes causadas por dengue foram confirmadas na cidade do Rio nesta sexta-feira. Ambas foram por dengue hemorrágica, o tipo mais grave da doença --uma das vítimas é uma criança de cinco anos. Com isso, chega a 54 o números de mortes na cidade desde o começo do ano. Em todo o Estado, são 89 mortes confirmadas --quase um terço do total no ano passado.
Uma das mortes confirmadas hoje é de uma menina de 5 anos, moradora da Penha. Ela morreu no dia 12 de abril. A outra vítima --uma mulher de 40 anos, moradora de Realengo-- morreu em 13 de abril, segundo a Secretaria Municipal de Saúde.
As outras pessoas mortas pela doença este ano eram dos municípios de Duque de Caxias, São João de Meriti, Angra dos Reis, Campos dos Goytacazes, Paracambi, Nova Iguaçu, São Gonçalo, Miguel Pereira e Belford Roxo.
A secretaria informou ainda que investiga se outras 91 mortes no Rio este ano teriam acontecido por causa da doença.
O balanço divulgado na quarta-feira (16) contabiliza também quase 20 mil novos casos de pessoas com dengue este ano no Estado do Rio. Já são 93.498 confirmados, contra 75.399 contabilizados até a semana passada.
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Agora o estado onde ela está crescendo é a Bahia.
Continua tendo a certeza de que a expansão da dengue conta com uma contribuição significativa da população que não tem as mais básicas noções de higiene, saúde e civilidade. Porém o grande agente que poderia reverter este quadro também não faz a sua parte. E que agente é este? Simplesmente o poder executivo (municipal, estadual e federal - traduzindo para alguns: prefeito, governador e presidente da república) através dos seus gentes de saúde e de publicidade.
E agora, na Bahia, não adianta culpar PSDB, DEM ou qualquer outro partido que não seja o pt.
E mais uma vez quem perde é o cidadão que sustenta com os seus impostos esta turma que, independente de partido, não gosta de trabalhar.
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Este programa emite uma frequencia que afasta os voadores, e não pertuba o ouvido humano.
É o que pensei para ajudar os amigos cariocas.
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Atenciosamente,
José Rubem.
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