Sismólogo da UnB pede investimento de R$ 1,6 mi para monitorar terremotos
RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília
Integrantes do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) da Presidência da República se reuniram nesta quarta-feira com o chefe do Observatório Sismológico da UnB (Universidade de Brasília) para discutir os tremores de terra sentidos em várias regiões de quatro Estados --São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina. O chefe do observatório, Lucas Vieira Barros, defendeu a expansão da rede sismológica nacional, o que deverá custar US$ 1 milhão (R$ 1,66 milhão).
'O Gabinete de Segurança Institucional se dispõe a ajudar. Estamos estabelecendo os primeiros entendimentos', afirmou Barros, depois da reunião no Palácio do Planalto. O especialista disse ainda que além do apoio financeiro da União, deve ocorrer colaboração das Forças Armadas e suporte técnico na região Amazônica e na costa brasileira.
Segundo o especialista, atualmente existem 50 estações já instaladas no país, mas são necessárias mais 40. De acordo com Barros, com a ampliação da rede sismográfica será possível identificar os tremores menores do que quatro graus na escala Richter --considerados de baixa intensidade. O preço de cada nova estação está estimado em US$ 25 mil (cerca de R$ 41 mil).
Barros disse que a reunião realizada hoje no GSI estava marcada antes dos tremores registrados ontem em várias regiões no país. O tremor foi sentido por volta das 21h e atingiu 5,2 graus na escala Richter.
O epicentro foi registrado a cerca de 215 km de São Vicente, no litoral sul de São Paulo, a aproximadamente 10 km de profundidade, segundo os sismógrafos do USGS (Serviço Geológico dos Estados Unidos, que monitora tremores).
| Arte/Folha Online | ||
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| Fonte: USGS (Serviço Geológico dos Estados Unidos) |
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Em parte concordo com Edivaldo Ribeiro. Mas o que ele não sabe é que já existe um projeto aprovado com financiamento da Petrobras e outro em andamento pelo Observatório Sismológico. Então, deveremos gastar mais ainda? Por exemplo, no NE já existe uma rede do projeto Milênio do CNPq com 6 estações, o próprio observatório tem cerca de 54 estações e sem falar da USP. O maior problema é de gerência e talvez ainda deveremos sim comprar estações melhores para estudar os terremotos, mas até o presente momento não temos condições de prever os terremotos. O só acredito nessa proposta de Rede se ela vier para contribuir para os estudos do interior da terra, além dos terremotos. Assim justifica a Rede Sismográfica para o País.
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ai pulei da cama e sai correndo pra falar com meu pai, acabei d falar pra ele, apareceu na tv q havia tido um tremor d terra...uau neh???
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