Tremor "acendeu luz amarela para o governo", diz ministro
da Agência Brasil
da Folha Online
Os centros de estudos sismológicos nacionais começaram a ser avaliados para verificar a necessidade de investimentos na área de detecção de fenômenos como terremotos, afirmou hoje (24) o ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende. Segundo ele, o tremor registrado terça-feira (22) na costa brasileira "acendeu uma luz amarela" para o governo.
"Por conta desse último terremoto, estamos fazendo um levantamento das necessidades nessa área para ver quais providências podemos tomar", garantiu em entrevista a emissoras de rádio, no estúdio da EBC (Empresa Brasil de Comunicação), em Brasília.
Rezende se refere ao abalo de 5,2 graus na escala Richter que foi sentido em ao menos cinco Estados do país (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina). O epicentro do tremor foi na costa brasileira, a cerca de 215 km de São Vicente (SP).
O ministro reconheceu que os laboratórios instalados no país possuem limitações e que os poucos investimentos no passado foram em razão de circunstância econômicas.
"O Brasil não tem laboratórios sismográficos em todo território nacional. Nos lugares onde têm, há uma certa deficiência de equipamentos. Isso é resultado, principalmente, de dois fatores: um deles é que tivemos alguns anos de muita dificuldade por parte do governo federal devido à crise econômica. Outra é pelo fato de o país não ser muito afetado por terremotos."
A UnB (Universidade de Brasília) e a USP (Universidade de São Paulo) foram mencionadas pelo ministro como importantes centros de pesquisa sobre abalos sísmicos, mas Rezende reconheceu que, mesmo sendo avaliados como referência, os laboratórios dessas instituições também demandam investimentos.
Após a entrevista, o ministro comentou o contingenciamento de verbas em sua pasta. Segundo ele, os valores publicados ontem (23) no "Diário Oficial da União" não comprometem os investimentos em Ciência e Tecnologia. O corte anunciado é de aproximadamente R$ 34 milhões, o que corresponde a 0,85% do orçamento nominal para 2008.
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Especial


Em parte concordo com Edivaldo Ribeiro. Mas o que ele não sabe é que já existe um projeto aprovado com financiamento da Petrobras e outro em andamento pelo Observatório Sismológico. Então, deveremos gastar mais ainda? Por exemplo, no NE já existe uma rede do projeto Milênio do CNPq com 6 estações, o próprio observatório tem cerca de 54 estações e sem falar da USP. O maior problema é de gerência e talvez ainda deveremos sim comprar estações melhores para estudar os terremotos, mas até o presente momento não temos condições de prever os terremotos. O só acredito nessa proposta de Rede se ela vier para contribuir para os estudos do interior da terra, além dos terremotos. Assim justifica a Rede Sismográfica para o País.
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ai pulei da cama e sai correndo pra falar com meu pai, acabei d falar pra ele, apareceu na tv q havia tido um tremor d terra...uau neh???
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