Mortes por dengue no Rio chegam a 110 neste ano
Colaboração para a Folha Online, no Rio
Ao menos 110 pessoas já morreram esse ano vítimas da dengue no Estado do Rio, quase a metade delas com 15 anos ou menos de idade. É o que mostra balanço sobre a doença divulgado na noite desta quarta-feira pela Secretaria Estadual de Saúde do Rio. A secretaria disse ainda investigar se outras 124 mortes foram causadas pela doença.
Em todo o Estado, 155.985 casos de pessoas com dengue foram notificados, segundo o balanço. O número, relativo aos cinco primeiros meses do ano, já é mais da metade que os casos registrados em 2002 (288.245), quando o Rio enfrentou uma de suas piores epidemias de dengue, com 91 mortes.
A epidemia deste ano já é a mais letal da história do Estado. O maior número de mortes continua sendo na capital fluminense: 66, além de 11 em Duque de Caxias, sete em Angra dos Reis, cinco em Campos dos Goytacazes, cinco em São João de Meriti, três em Paracambi, três em Nova Iguaçu, três em São Gonçalo, um em Miguel Pereira, um em Belford Roxo, um em Italva, um em Itaguaí, um em Mangaratiba, um em Itaboraí e um em Magé.
Depois da capital --que tem 84.131 registros de pessoas infectadas pela dengue-- Angra é o município com o maior número de casos da doença (10.652), seguido de Nova Iguaçu (10.054) e Campos dos Goytacazes (7.094).
A maioria das vítimas (54%) continua sendo pessoas entre 15 e 49 anos. Outras 42% tinham menos de 15 anos, segundo o balanço. Uma das principais características da epidemia deste ano é a grande incidência de casos em crianças.
Segundo infectologistas da Secretaria Estadual de Saúde, o Rio enfrente surto da dengue do vírus tipo 3 --há quatro tipos, três deles no Brasil--, e a população infantil nunca teve contato com esse tipo da doença. Pessoas infectadas por um tipo de vírus da dengue torna-se imune a ele.
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Especial


Agora o estado onde ela está crescendo é a Bahia.
Continua tendo a certeza de que a expansão da dengue conta com uma contribuição significativa da população que não tem as mais básicas noções de higiene, saúde e civilidade. Porém o grande agente que poderia reverter este quadro também não faz a sua parte. E que agente é este? Simplesmente o poder executivo (municipal, estadual e federal - traduzindo para alguns: prefeito, governador e presidente da república) através dos seus gentes de saúde e de publicidade.
E agora, na Bahia, não adianta culpar PSDB, DEM ou qualquer outro partido que não seja o pt.
E mais uma vez quem perde é o cidadão que sustenta com os seus impostos esta turma que, independente de partido, não gosta de trabalhar.
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Este programa emite uma frequencia que afasta os voadores, e não pertuba o ouvido humano.
É o que pensei para ajudar os amigos cariocas.
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Atenciosamente,
José Rubem.
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