Família de jovem morto em porta de boate no Rio pede ajuda ao Consulado dos EUA
LUISA BELCHIOR
Colaboração para a Folha Online, no Rio
A família de Daniel Duque Pittman, 18, que morreu sábado (28) após ser baleado na porta de uma boate em Ipanema, na zona sul do Rio, pediu auxílio ao Consulado dos Estados Unidos. Brasileiro, o jovem tinha também cidadania norte-americana --o pai de Pittman mora nos Estados Unidos, de acordo com o consulado.
O rapaz foi baleado quando saía da boate Baronetti e morreu antes de chegar ao hospital. O responsável pelo tiro, segundo a polícia, é o policial militar Marcos Parreira do Carmo, que prestava segurança particular ao filho de uma promotora de Justiça.
No domingo, Carmo prestou depoimento na 14ª Delegacia de Polícia (Leblon) e alegou ter feito disparos para o alto para conter uma briga.
A família de Pittman pediu que o Consulado dos Estados Unidos no Rio auxilie no caso. O consulado informou que vai acompanhar as investigações e, por meio da assessoria de imprensa, afirma que roga às autoridades brasileiras investigação minuciosa do fato.
Nesta segunda-feira, a polícia informou que vai ouvir novos depoimentos de pessoas envolvidas no caso, como amigos do jovem morto que estavam com ele na saída da boate.
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