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Cotidiano
31/07/2008 - 17h37

Fracassa quarta tentativa de prender assassinos de jovens da Providência

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Colaboração para a Folha Online, no Rio

Na quarta tentativa de encontrar os suspeitos de assassinar os três jovens do morro da Providência, entregues a criminosos por militares, a Polícia Civil fez na manhã desta quinta-feira operação no morro da Mineira, no centro do Rio. Com cem mandados de prisão, os policiais que participaram da ação não conseguiram prender ninguém.

Houve tiroteio durante os trabalhos, e duas pessoas foram baleadas. Segundo o delegado titular da 6ª Delegacia de Polícia (Zona Portuária), Rodolfo Waldeck, que comandou a ação, os feridos são traficantes do morro que atiraram contra os policiais. A Secretaria Municipal de Saúde ainda não soube informar o estado de saúde deles.

Um dos cem mandados de prisão, todos contra criminosos de favelas da região central do Rio e que a polícia tenta cumprir desde a semana passada, é para Rogério Rios Mosqueira, o Roupinol, apontado como o chefe do tráfico do morro da Mineira.

Roupinol seria também o mandante do assassinato dos três jovens da Providência, cujo tráfico de drogas é controlado pelo CV (Comando Vermelho), facção criminosa rival a que ele pertence, a ADA (Amigos dos Amigos).

As investigações da Polícia Civil, segundo o delegado, apontam que Roupinol permanece escondido na favela da Rocinha (zona sul), que também tem o tráfico controlado pela ADA. Na semana passada, a Polícia Civil fez megaoperação na Rocinha para tentar prender o suposto líder do tráfico da Mineira, mas ele fugiu, de acordo com a polícia.

"A Mineira ainda tem comando, mas o que achamos é que eles [grupo de Roupinol] continuam escondidos na Rocinha. Até porque lá [na Mineira] o clima é bem tranqüilo e vazio", disse Waldeck.

A operação desta quinta mobilizou cerca de 30 policiais e teve o apoio da Core (Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil). Armas e drogas foram apreendidas, mas o delegado disse que o material ainda não foi contabilizado.

Comentários dos leitores
o que que nós contribuintes que trabalhamos 5 meses para pagar impostos mais um dia de contribuiçao sindical imposta, temos a ver com erros de policia,não basta o ziraldo e outros ganharem mais de 100 milhoes por serem perseguidos politicos,eu não lembro disto na epoca eles não saiam da praia de copacabana 2 opiniões
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antonio kalil (1) 15/08/2008 09h35
antonio kalil (1) 15/08/2008 09h35
Sr Joel Cajazeira...tal comentário mostra que o sr. faz questão de representar bem seu sobrenome, pelo menos pela série Bem Amado..das irmãs cajazeiras, que eram hilárias, tal qual seu comentário. Qual crime cometeu o representante do Exército? Todos que possamos imaginar. Desde uma detenção arbitrária, que fizeram. Julgar-se autoridade acima do bem e do mal,pois sentiram-se ofendidos e tinham que dar um castigo nos jovens. Julgamento sumário de que eram bandidos e tinham que ser entregues a algozes ( estes sim bandidos declarados ) para serem executados. Ou será que ele ( tenente ) achou que os carrascos iriam levar os jovens apenas para um passeio. Ligação suspeita dos militares com este bando ( que dizem ser de traficantes ), que parecem manter política da boa vizinhança entre si..... Portanto, motivos não faltam para que um juiz os condene demodo exemplar, para expurgar estas atitudes de nossa sociedade.E que a Aman possa se refazer da vergonha em que foi exposta, por preparar OFICIAIS com este pensamento do tenente que comandou esta operação. E quanto a ensinar táticas de guerra aos bandidos, pela amizade mantida. ele já deveria estar fazendo, pela tranqüilidade em que se moveram pelo morro. Lamentável seu comentário sr Joel. A JUSTIÇA não pode ver quem cometeu o crime, mas sim julgar corretamente quem o praticou. 7 opiniões
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richardson leao (28) 15/08/2008 06h56
richardson leao (28) 15/08/2008 06h56
Isso o exercito brasileiro faz bem... suportou e cometeu tortura no passado e suporta e comete tortura no presente... 4 opiniões
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