Assembléia do Rio decide nesta quarta-feira prisão de Natalino Guimarães
colaboração para a Folha Online
A Alerj (Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro) decide nesta quarta-feira (6) se mantém a prisão do deputado estadual Natalino Guimarães (DEM). A Polícia Civil o prendeu em flagrante no último dia 22, sob acusação de envolvimento com milícias na zona oeste do Rio. Guimarães nega.
A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Alerj aprovou hoje um parecer que mantém o deputado preso. Dos sete membros da comissão, dois deles votaram contra: os peemedebistas Domingos Brazão e o vice-presidente Álvaro Lins.
A Alerj já decidiu, em maio, libertar Lins. A PF o prendeu, também em flagrante, por suspeita de lavagem de dinheiro, corrupção e formação de quadrilha armada. Ele nega. É prerrogativa da Assembléia soltar parlamentares presos em flagrante, contanto que a votação alcance a maioria dos 70 deputados.
Natalino Guimarães e seu irmão, o vereador Jerominho --preso desde dezembro do ano passado--, são acusados de integrarem a milícia chamada de Liga da Justiça, com atuação em bairros zona oeste da cidade. Em depoimento à Justiça do Rio, em maio deste ano, ambos negaram as acusações.
Expulsão
O DEM já anunciou hoje que pretende expulsar Guimarães do partido. O presidente nacional da legenda, deputado federal Rodrigo Maia (RJ), disse à Folha Online nesta terça-feira que é insustentável a manutenção de Natalino nos quadros do partido.
"O flagrante da polícia tira qualquer dúvida que existia a respeito do deputado. É impossível mantê-lo entre os nossos. Não há outra alternativa a não ser a expulsão", disse Maia, que convocou reunião da executiva do partido para esta quarta-feira.
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Especial


Está mais do que claro que as milícias somente existem por causa da ineficiência do Estado até mesmo em selecionar seus próprios agentes de segurança pública.
Esses maus policiais, incompetentes no seu trabalho, acham que podem prestar serviços particulares e começam a oferecer uma "pseudo-segurança" para alguns moradores que pagam pelo "serviço" incentivando essa criminosa atividade de extorção de dinheiro da população, que já pagam seus impostos pela segurança pública.
Em Belo Horizonte alguns motoqueiros cobram para fazer rondas noturnas e ficam correndo as ruas dos bairros pela madrugada, com irritantes apitos. Alguns moradores, ignorantes acreditam nessa "pseudo-segurança" e trocam a incerteza de um eventual assalto, pela certeza dos assaltos mensais do "pseudovigia".
Algumas dessas pseudo-empresas de segurança têm até CNPJ, ou seja, o crime com reconhecimento do Estado, assim como os pivetes vândalos e assaltantes de carros agora até uniformizados, cobram por estacionamento em vias públicas a pretexto de vigiar. Pode??? !!!
Com a mais absoluta certeza, se acontecer um assalto em sua residência ou ao seu carro, provavelmente esse vigia não estará por perto, pois os bandidos não são tão burros e podem programar os assaltos de acordo com a rotina do motoqueiro, que não fica permanentemente no quarteirão. E o dinheiro pago não lhe garantirá nem mesmo um seguro para indenização dos eventuais prejuízos. É um dinheiro jogado fora na mão de um bandido espertalhão que se aproveita do medo do povo para ganhar dinheiro fácil às custas da ineficiência do Estado.
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Está mais do que claro que as milícias somente existem por causa da ineficiência do Estado até mesmo em selecionar seus próprios agentes de segurança pública.
Esses maus policiais, incompetentes no seu trabalho, acham que podem prestar serviços particulares e começam a oferecer uma "pseudo segurança" para alguns moradores que pagam pelo "serviço" incentivando essa criminosa atividade de extorção de dinheiro da população, que já pagam seus impostos pela segurança pública.
Em Belo Horizonte alguns motoqueiros cobram para fazer rondas noturnas e ficam correndo as ruas dos bairros pela madrigada, com irritantes apitos. Alguns moradores, idiotas acreditam nessa "pseudo segurança" e trocam a incerteza de um eventual assalto, pela certeza dos assaltos mensais do pseudo vigia.
Com a mais absoluta certeza, se acontecer um assalto em sua residencia, provavelmente esse vigia não estará por perto, pois os bandidos não são tão burros e podem programar os assaltos de acordo com a rotina do motoqueiro, que não fica permanentemente no quarteirão. E o dinheiro pago não lhe garantirá nem mesmo um seguro para indenização dos prejuízos. É um dinheiro jogado fora na mão de um bandido espertalhão que se aproveita do medo do povo para ganhar dinheiro fácil.
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Está mais do que claro que as milícias somente existem por causa da ineficiência do Estado até mesmo em selecionar seus próprios agentes de segurança pública.
Esses maus policiais, incompetentes no seu trabalho, acham que podem prestar serviços particulares e começam a oferecer uma "pseudo segurança" para alguns moradores que pagam pelo "serviço" incentivando essa criminosa atividade de extorção de dinheiro da população, que já pagam seus impostos pela segurança pública.
Em Belo Horizonte alguns motoqueiros cobram para fazer rondas noturnas e ficam correndo as ruas dos bairros pela madrigada, com irritantes apitos. Alguns moradores, idiotas acreditam nessa "pseudo segurança" e trocam a incerteza de um eventual assalto, pela certeza dos assaltos mensais do pseudo vigia.
Com a mais absoluta certeza, se acontecer um assalto em sua residencia, provavelmente esse vigia não estará por perto, pois os bandidos não são tão burros e podem programar os assaltos de acordo com a rotina do motoqueiro, que não fica permanentemente no quarteirão. E o dinheiro pago não lhe garantirá nem mesmo um seguro para indenização dos prejuízos. É um dinheiro jogado fora na mão de um bandido espertalhão que se aproveita do medo do povo para ganhar dinheiro fácil.
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