11/07/2000
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17h41
O coronel Nilton Lourenço, relações-públicas da Polícia Militar do Rio de Janeiro, informou que a PM não vai ceder às exigências dos assaltantes que mantêm cerca de 21 pessoas como reféns em uma agência bancária no bairro de Neves, em São Gonçalo, Grande Rio.
Os 5 assaltantes exigem carros, armas e dinheiro para fugir e libertar os reféns. Todos os números (de assaltantes e reféns) ainda são desencontrados.
Segundo o Lourenço, a estratégia da PM será negociar à exaustão. O local está cercado por cerca de cem policiais. Entre eles do Bope (Batalhão de Operações Especiais), o mesmo que participou da ação desastrada no desfecho do sequestro ao ônibus 174, que terminou a morte de uma refém e do sequestrador.
Depois do caso do ônibus 174, qual seria a melhor solução para evitar cenas como aquelas? Vote
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PM afirma que não vai ceder às exigências de assaltantes de banco
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da Folha de S.Paulo, no RioO coronel Nilton Lourenço, relações-públicas da Polícia Militar do Rio de Janeiro, informou que a PM não vai ceder às exigências dos assaltantes que mantêm cerca de 21 pessoas como reféns em uma agência bancária no bairro de Neves, em São Gonçalo, Grande Rio.
Os 5 assaltantes exigem carros, armas e dinheiro para fugir e libertar os reféns. Todos os números (de assaltantes e reféns) ainda são desencontrados.
Segundo o Lourenço, a estratégia da PM será negociar à exaustão. O local está cercado por cerca de cem policiais. Entre eles do Bope (Batalhão de Operações Especiais), o mesmo que participou da ação desastrada no desfecho do sequestro ao ônibus 174, que terminou a morte de uma refém e do sequestrador.
Depois do caso do ônibus 174, qual seria a melhor solução para evitar cenas como aquelas? Vote
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