Publicidade
Publicidade
Em meio à greve, secretário da Segurança do Rio visita elite da Polícia Civil paulista
Publicidade
da Folha Online
No dia em que a greve dos policiais civis do Estado de São Paulo completa 18 dias, os secretários da Segurança de São Paulo, Ronaldo Marzagão, e do Rio, José Mariano Beltrame, visitaram na manhã desta sexta-feira setores da elite da Polícia Civil paulista: o Dipol (Departamento de Inteligência da Polícia Civil) e o IRGD (Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt).
Mais uma vez, Marzagão evitou falar sobre a paralisação dos policiais civis e não confirmou se há algum tipo de acordo sendo costurado nos bastidores com o alto escalão da categoria, mas sem a participação dos sindicatos.
| 02.out.08 - Carolina Farias/Folha Online |
![]() |
| Ronaldo Marzagão (esq.) acompanha visita do secretário da Segurança do Rio, José Mariano Beltrame (dir.), à polícia paulista |
"Hoje eu estou recebendo o secretário [do Rio], e minha atenção toda está voltada para recebê-lo. Portanto, hoje eu me abstenho de falar de greve e outros assuntos", afirmou Marzagão, ao deixar o prédio do IRGD. Na quinta-feira, também acompanhado de Beltrame, o secretário se recusou a comentar a greve.
Sobre a visita do colega, Marzagão disse que o encontro serve para troca de informações e experiências que podem ser implementadas entre os Estados e que em breve também deve visitar o Rio.
Greve
Embora Marzagão não se manifeste sobre o assunto, a Adpesp (Associação dos Delegados de Polícia Civil do Estado de São Paulo) confirmou que houve contato com os diretores dos Deinters (Departamento de Polícia Judiciária do Interior).
Segundo a entidade, os diretores estão se reunindo com os delegados-seccionais de suas regiões para transmitir a proposta: 6,2% de reajuste, extinção da 4ª e 5ª classe de delegados e a redução de três para dois níveis de salários adicionais.
A categoria deve discutir sobre as informações repassadas pelos diretores durante o fim de semana e, na segunda-feira (6), uma reunião deve ser agendada para definir os rumos da paralisação.
Inicialmente, os policiais em greve reivindicavam reajuste de 60%. O movimento grevista alega que a categoria teve uma perda salarial de 96% entre abril de 1995 e julho de 2008.
Após uma reunião no TRT (Tribunal Regional do Trabalho), a reivindicação da categoria passou a ser de uma escala de reajustes que comece a vigorar já a partir deste ano, com 15%, seguido de 12% para 2009 e 12% em 2010.
A SSP (Secretaria da Segurança Pública), logo após o início da greve, divulgou um pacote de medidas que prevê aumento no piso salarial de todas as carreiras. Para os delegados o reajuste chegaria até 38%, investigadores 28% e médicos legistas e peritos 47%, com inclusões de benefícios.
O projeto também proporcionaria uma nova política para as carreiras policiais, com a fixação de intervalos de 10% entre as classes, segundo a secretaria.
Oficialmente, o governo não apresentou a proposta às entidades que organizam a greve, segundo a Adpesp. A informação é negada também pela Secretaria de Gestão Pública. De acordo com a pasta, o governo mantém a posição de condicionar a abertura de negociações ao fim da paralisação.
Reunião
O Condepe (Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana) se reúne nesta sexta-feira com representantes de sindicatos e associações de policiais civis do Estado para falar sobre a greve.
Segundo a entidade, o Condepe está preocupado com os efeitos da paralisação na segurança pública e na impunidade. O órgão diz que vai propor servir de interlocutor entre governo e policiais para abrir um canal de negociação entre as duas partes.
Leia mais
- Durante visita de secretário da Segurança do Rio, Marzagão se recusa a falar de greve
- Em greve, Delegacia da Mulher não registra agressão em São Paulo
- Negociações entre governo de SP e policiais em greve permanecem paradas
- Policiais civis em greve protestam contra o governo em Campinas (SP)
- Em greve, policiais civis protestam na Assembléia Legislativa de SP
Especial
- Leia o que já foi publicado sobre greve de policiais
- Navegue no melhor roteiro de cultura e diversão da internet
Livraria
Publicidade
As Últimas que Você não Leu
Publicidade
+ LidasÍndice
- Comissão aprova criminalização da homofobia no novo Código Penal
- Motorista de carro-forte é suspeito de fugir com cerca de R$ 420 mil em SP
- Quatro adolescentes morrem em acidente na zona leste de SP
- Criminosos queimam mulher no centro de Belo Horizonte
- Suspeitos de chacina em Goiás são liberados por falta de provas
+ Comentadas
- Comissão aprova criminalização da homofobia no novo Código Penal
- Família brasileira de Sean faz festa virtual de aniversário
+ EnviadasÍndice
Sobre a Folha | Expediente | Fale Conosco | Mapa do Site | Ombudsman | Erramos | Atendimento ao Assinante
ClubeFolha | PubliFolha | Banco de Dados | Datafolha | FolhaPress | Treinamento | Folha Memória | Trabalhe na Folha | Publicidade
Copyright Folha.com. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicaçao, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha.com.







Tablet
Notebook
Tênis
Auto DVD Player
TV
Tudo que posso afirmar é ele e sua corja de ladrões merecem passar por um terço do que nossos policiais passam todos os dias e apenas depois terão qualificação para julgar a atitude extrema que nossos valorosos prestadores foram obrigados a tomar.
Mais uma vez estes seres de abissal coragem mostraram sua força e determinação.
Aos policiais civis deste estado que empenho total apoio de admiração meus parabéns pela intrepidez que lidaram com mais este obstáculo.
avalie fechar
avalie fechar
avalie fechar