Para diretor de Instituto de Criminalística, garota foi atingida à queima roupa
da Folha Online
Atualizado às 02h35.
De acordo com o diretor do Instituto de Criminalística (IC) de Santo André (Grande São Paulo), Nelson Rodrigues, a menina que passou cem horas como refém do ex-namorado levou ao menos um dos tiros à queima-roupa. Segundo ele, a garota provavelmente estava deitada no momento em que foi atingida na virilha.
Rodrigues esteve no hospital Municipal de Santo André no início da madrugada deste sábado (18) para recolher a bala retirada da virilha da garota durante cirurgia e o projétil retirado do rosto da amiga da adolescente, que estava no apartamento e também foi baleada.
De acordo com o diretor do IC, os dois projéteis são de uma arma calibre 32, mas somente o laudo da balística poderá comprovar se têm origem de uma mesma arma.
"Com a reconstituição, as questões técnicas ficarão mais evidentes", concluiu Rodrigues.

