21/02/2002
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10h30
da Folha Online
Um "estatuto" do PCC (Primeiro Comando da Capital) foi encontrado na central telefônica da facção criminosa estourada ontem em São Mateus, zona leste de São Paulo, segundo a Polícia Civil. Quatro pessoas foram detidas, sendo dois homens, uma mulher e um adolescente. O "estatuto" cria regras para os integrantes do PCC. Quem desobedecê-las pode ser punido com morte.
A central funcionava na rua Anália Cordeli Cardenuto, 51. Foram detidos Ed Carlos Valentim Vianna, 30, Darci Fernardes do Prado, 23, Eliane Pereira Santos, 26, e A.P.S., 17, irmão de Eliane. Com os dois primeiros foram apreendido quatro quilos de cocaína. Eles seriam traficantes ligados a integrantes do PCC do interior do Estado.
A investigação, feita pela Dise (Delegacia de Investigação sobre Entorpecentes) de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, durou cerca de um mês. A polícia dará uma coletiva às 14h.
As centrais telefônicas e os celulares que entram nos presídios são utilizadas para a articulação de ações do PCC. De celulares pré-pagos, os detentos ligam a cobrar para as centrais e pedem para que os responsáveis transfiram as chamadas para outros integrantes da facção.
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"Estatuto" do PCC é encontrado em central telefônica
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MILENA BUOSIda Folha Online
Um "estatuto" do PCC (Primeiro Comando da Capital) foi encontrado na central telefônica da facção criminosa estourada ontem em São Mateus, zona leste de São Paulo, segundo a Polícia Civil. Quatro pessoas foram detidas, sendo dois homens, uma mulher e um adolescente. O "estatuto" cria regras para os integrantes do PCC. Quem desobedecê-las pode ser punido com morte.
A central funcionava na rua Anália Cordeli Cardenuto, 51. Foram detidos Ed Carlos Valentim Vianna, 30, Darci Fernardes do Prado, 23, Eliane Pereira Santos, 26, e A.P.S., 17, irmão de Eliane. Com os dois primeiros foram apreendido quatro quilos de cocaína. Eles seriam traficantes ligados a integrantes do PCC do interior do Estado.
A investigação, feita pela Dise (Delegacia de Investigação sobre Entorpecentes) de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, durou cerca de um mês. A polícia dará uma coletiva às 14h.
As centrais telefônicas e os celulares que entram nos presídios são utilizadas para a articulação de ações do PCC. De celulares pré-pagos, os detentos ligam a cobrar para as centrais e pedem para que os responsáveis transfiram as chamadas para outros integrantes da facção.
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