Polícia busca em hotéis e pensões pistas do assassino da menina achada em mala no PR
Colaboração para a Folha Online
A Polícia Civil vai investigar alguns quartos de hotéis e pensões no centro de Curitiba para ver se consegue novas provas que possam levar ao assassino da menina Rachel Maria Lobo de Oliveira Genofre, 9. O corpo dela foi encontrado na última quarta-feira (5) em uma mala na rodoviária da cidade.
A investigação nos hotéis e pensões, segundo a polícia, é para identificar onde Rachel foi levada antes de ser morta.
A polícia foi obrigada a procurar novas hipóteses para a morte da menina após um exame de DNA descartar a participação de dois suspeitos, entre eles o desenhista Jorge Luiz Pedroso Cunha, 52.
"Estamos com linhas de investigação que precisam ser reforçadas. Mas volto a informar que os detalhes não serão divulgados para não atrapalhar as investigações", disse o delegado Miguel Stadler, chefe do Cope (Centro de Operações Policiais Especiais).
Ele foi preso no domingo (9) no município de Itajaí (91 km de Florianópolis), em Santa Catarina. Testemunhas o reconheceram como sendo o comprador de uma mala de cor preta semelhante a usada para abandonar o corpo de Rachel debaixo de uma escada da rodoviária.
Como menina foi vítima de violência sexual, o exame de DNA poderia identificar o responsável pelo crime, mas o resultado foi negativo para o suspeito.
A polícia também está conversando com familiares e pessoas próximas da menina para tentar levantar outras pistas.
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