Nayara auxilia reconstituição, mas fica de fora da simulação da invasão a apartamento de Eloá
DEH OLIVEIRA
colaboração para a Folha Online
Atualizado às 15h35.
A reconstituição da morte de Eloá Cristina Pimentel, 15, foi realizada nesta quarta-feira em Santo André (Grande São Paulo). A jovem Nayara Rodrigues, 15, auxiliou os trabalhos, mas não participou da terceira e última parte da simulação --que encenou o desfecho do mais longo caso de cárcere privado de São Paulo.
Em vez do que foi divulgado inicialmente, de que a simulação só iria terminar à noite, os envolvidos na reconstituição concluíram os trabalhos às 14h50.
Além de policiais e quatro peritos, também participaram da reprodução do crime dois desenhistas, um médico-legista e um fotógrafo, além de cem PMs.
| Fernando Donasci/Folha Imagem |
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| Nayara no momento em que voltou ao apartamento em Santo André; jovem participa da reconstituição do assassinato de Eloá |
A simulação teve início às 11h. Os trabalhos foram realizados em partes. A primeira, que terminou por volta das 12h50, reproduziu a entrada de Lindemberg Alves, 22, no imóvel, em um conjunto habitacional. Ele manteve Eloá, sua ex-namorada, refém por cem horas. Ele foi o autor do tiro que matou a garota. Atualmente ele está preso em Tremembé (SP).
Na segunda parte houve a reprodução do momento em que Nayara Rodrigues, 15, foi libertada e horas depois retornou ao apartamento e voltou a ser mantida refém pelo rapaz. Essa ação foi realizada até 13h50.
| 15.out.08/Folha Imagem |
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| Eloá na janela do apartamento da família enquanto era mantida refém, em Santo André. |
Depois, foi reconstituído o momento em que a Polícia Militar invadiu o imóvel, concluído às 14h50. Nayara --atingida no rosto por um tiro disparado por Lindemberg-- não participou desta última parte da reprodução. Ela saiu assim momentos antes, se alimentou e foi embora sem falar com a imprensa.
Nayara não participou dos atos mas orientou uma policial --com mesma estatura-- a respeito de como procedeu durante o cárcere privado. Durante a reprodução a jovem foi acompanhada de duas psicólogas.
A defesa de Lindemberg não permitiu que seu cliente participasse para não produzir provas contra si. A representação dele também foi feita por um policial.
Após a simulação com os personagens, os peritos fizeram medições no apartamento com o objetivo de mapeá-lo para a formulação de um croqui. Esse trabalho --um adendo à simulação-- terminou às 15h30.
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Tb não sei os motivos que leveram o pai de Eloa a mudar de nome, de cidade... esquecendo apenas de mudar de rosto !
As noticias sobre esse caso está bem feita. Meus parabens !
Agora... é claro que o pai de Eloa está em perigo...
Cá entre nós... se eu fosse ele nem advogado colocaria no caso... Ninguém... nem mesmo os melhores do Brasil conseguiriam proteger a vida dele... nem os irmãos saberiam meu paradeiro...
No meu ver... ele só tem duas opções... Ou se entregar e sujeitar-se a torturas até a morte ou então... fazer uma reforma no rosto e, como de costume, usar um nome falso em outro estado qualquer ! Quem sabe isso ele já fez hein !!!
Ele pode ter se a rependido de tudo, mas um dia vai pagar... Se bem que acredito que ele já pagou com a morte de sua filha de apenas 15 anos !
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