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Cotidiano
27/11/2008 - 14h35

Indústrias de SC querem linha de crédito de R$ 500 mi para reparar danos

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da Folha Online

A Fiesc (Federação das Indústrias de Santa Catarina) propôs ao governo federal a criação de uma linha de crédito para capital de giro no valor de R$ 500 milhões para atender as empresas que utilizam gás natural. O recurso poderia ser liberado pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

O pedido foi encaminhado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pretende atender as dificuldades das indústrias com a falta do combustível. Com as fortes chuva no Estado, um deslizamento de terra arrancou 60 metros do gasoduto no município catarinense de Gaspar.

Segundo a Fiesc, já foram descartadas as duas hipóteses com as quais a indústria esperava minimizar os problemas decorrentes da falta do insumo: a antecipação da normalização do fornecimento do gás natural ou o suprimento emergencial com GLP (Gás Liquefeito de Petróleo).

A previsão para conserto é de três semanas, mas alguns empresários já falam em mais tempo. Ao todo, 87 indústrias tiveram de adotar planos de contingência para continuar operando. Outras pararam a produção e negociam prazos e dívidas.

A distribuidora estatal Sulgas está entregando somente 15 mil metros cúbicos --cerca de 1% do volume fornecido diariamente antes do acidente.

Em função da falta de alternativas, a indústria solicitou também à SCGás a suspensão do pagamento das faturas a partir da interrupção no fornecimento e prazos maiores para o pagamento das faturas após o restabelecimento do serviço. A federação afirmou que algumas empresas relataram as dificuldades que terão para cumprir seus compromissos financeiros com as fábricas paradas e a conseqüente interrupção do faturamento.

O setor cerâmico no Sul do Estado fechou as fábricas e ofereceu licença remunerada aos trabalhadores.

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Comentários dos leitores
carmem santos (16) 22/11/2009 11h17
carmem santos (16) 22/11/2009 11h17
eu como brasileira, agora com vergonha de ser,quero fazer uma critica a esse lula que air estar querendo aterrorisar nosso pais fazendo e pior trazendo esse presidente do irã pra car..o que ele quer com isso ?será possivel que esse luda não vai para de apoiar esse tipo de pessas terroristas,que mata as pessoas sem dor nem piedade,seria bom se com ele vinhece um homem bomba e quando entrase no planalto acionace o relogio quando tivese todos junto...para de apoiar bandido vai apoiar seu pove que estar morrendo afogado,nas balas perdidas,na secas do nordeste....e vc. só quer aparecer pra esse cara.....se liga cara...o brasil é de paz. sem opinião
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Rodrigo França (1) 10/09/2009 23h45
Rodrigo França (1) 10/09/2009 23h45
SC foi atingida pelas chuvas no segundo ano em regiões distintas e na mesma época, no outono. Em 2008 foram Itajaí e Blumenau e agora, região do extremo-oeste.
A maior dificuldade está em reconstruir a estrutura como, energia para hospitais, agroindústrias e saúde sanitária nas cidades afetadas.
Além dos subsídios e contribuições, a prevenção releva a atenção em abastecer almoxarifados com materiais, geradores, vacinas e recursos nessas regiões.
O prejuízo nas indústrias, estradas e porto de Itajaí, produção agrícola, reflete na economia do turismo em Florianópolis, Balneário Camboriú e Porto Belo, região onde se concentram a praias visitadas no verão.
A BR 101 está quase toda duplicada, verão a economia do litoral aquece como o clima.
sem opinião
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fernando carlos (1) 13/01/2009 15h20
fernando carlos (1) 13/01/2009 15h20
Santa CAtarina virou uma calamidade, os entes públicos deixaram a desejar, faltou é criatividade, no meio de tanta desgraça, teriam eles que motivar os turistas. 4 opiniões
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