Vítima de enchente em São Pedro de Alcântara (SC) era alegre e brincalhona, diz neta
HEDA WENZEL
Colaboração para a Folha Online, em Santa Catarina
A comerciante Maria das Neves Coelho Laurentino, 76, é uma das vítimas da chuva que assola Santa Catarina. Ela morreu na terça-feira (25), vítima de um deslizamento de terra em São Pedro de Alcântara (Grande Florianópolis).
Na ocasião, por volta das 10h30, a neta da vítima escutou pedras caindo ao lado da casa onde moravam, e foi chamá-la. "Instantes depois de minha avó chegar ao quintal, o barranco caiu. Só me salvei porque consegui correr", afirma Patrícia Petry Laurentino, 25 anos.
"Minha avó era muito alegre e brincalhona. Todos gostavam dela", diz a neta.
O monte ficava próximo à loja de aluguel de roupas para festas, onde Patrícia trabalhava com a avó. A construção, anexa à casa da vítima, foi destruída.
O neto de Maria, Mateus Laurentino dos Santos, 14, dormia em um dos quartos da casa na hora do acidente e não se feriu. A vítima e o marido têm nove filhos, 14 netos e três bisnetos. Uma filha morava na mesma casa, mas não estava no local quando ocorreu o deslizamento.
Na hora do acidente, o marido de Maria, Paulino Manoel Laurentino, 83, havia saído de casa. Segundo a família, ele está em estado de choque e faz acompanhamento médico para controlar a pressão.
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Especial


A maior dificuldade está em reconstruir a estrutura como, energia para hospitais, agroindústrias e saúde sanitária nas cidades afetadas.
Além dos subsídios e contribuições, a prevenção releva a atenção em abastecer almoxarifados com materiais, geradores, vacinas e recursos nessas regiões.
O prejuízo nas indústrias, estradas e porto de Itajaí, produção agrícola, reflete na economia do turismo em Florianópolis, Balneário Camboriú e Porto Belo, região onde se concentram a praias visitadas no verão.
A BR 101 está quase toda duplicada, verão a economia do litoral aquece como o clima.
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Eu passei 15 dias de férias em Florianópolis, Sc, e região, no final de ano.
O que pude observar é que este ano, houve um número bem menor de turistas, em relação aos outros anos.
Em minha opinião, faltou por parte da administração pública de Sc, uma maior divulgação na mídia do Brasil inteiro, informando a todos que o Estado encontrava-se apto a receber turistas, como nos outros anos.
É uma pena, já que grande parte da arrecadação do Estado, imagino eu, depende do Turismo, e essa parcela poderia ser importante para a reconstrução das áreas atingidas pelas chuvas.
Espero que em 2009, haja uma maior preocupação da parte pública com o Estado, e isso vale para o Brasil inteiro, para que oportunidades como esta não passem desapercebidas.
Abraço a todos!
Diego
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