Novos desmoronamentos ocorrem em Blumenau (SC)
CAROLINE WEISS
DIORGENES PANDINI
colaboração para a Folha Online
A Prefeitura de Blumenau afirma que cerca de três mil pontos, como morros e encostas de rios, estão interditados para avaliação na cidade. Ao longo deste domingo, a prefeitura registrou o desmoronamento de casas em bairros da cidade.
No bairro Vila Nova, cinco casas foram destruídas pelos barrancos na rua Feijó. Já no bairro Vorstadt, um terreno desmoronou próximo à cabeceira da ponte Anel Viário Norte. No momento do acidente, os moradores ainda estavam na casa.
Na rua São Bento, no bairro Vorstadt, cerca de cinco residências correm risco de desmoronar por inteiro. O microempresário Osnyr Serpa, 64, mora numa dessas casas. Ele teve metade de sua residência e confecção destruídas pelos deslizamentos de terra perto do rio Itajaí-Açu. Segundo ele, o prejuízo chega a R$ 260.000 em equipamentos.
Serpa percebeu as primeiras rachaduras às 8 horas da manhã da quarta-feira (26), quando as águas do rio já estavam baixando. Tirou tudo o que conseguia de dentro da casa e da confecção, com ajuda de vizinhos e desconhecidos que passavam pelo local, mas viu metade da residência ser levada com o desmoronamento. "Tudo aconteceu muito rápido, só deu tempo de pegar algumas coisas."
Não foi a primeira vez que uma tragédia desse tipo aconteceu com o microempresário.
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Em 1984, Serpa perdeu metade de seu terreno com outro deslizamento no rio. Depois disso, a prefeitura refez o terreno com 41 caminhões de terra e autorizou a construção em cima do local aterrado.
O microempresário já está procurando um novo galpão para instalar sua confecção e continuar trabalhando para recuperar o prejuízo. Ele e a família estão abrigados na casa de vizinhos.
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A maior dificuldade está em reconstruir a estrutura como, energia para hospitais, agroindústrias e saúde sanitária nas cidades afetadas.
Além dos subsídios e contribuições, a prevenção releva a atenção em abastecer almoxarifados com materiais, geradores, vacinas e recursos nessas regiões.
O prejuízo nas indústrias, estradas e porto de Itajaí, produção agrícola, reflete na economia do turismo em Florianópolis, Balneário Camboriú e Porto Belo, região onde se concentram a praias visitadas no verão.
A BR 101 está quase toda duplicada, verão a economia do litoral aquece como o clima.
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Eu passei 15 dias de férias em Florianópolis, Sc, e região, no final de ano.
O que pude observar é que este ano, houve um número bem menor de turistas, em relação aos outros anos.
Em minha opinião, faltou por parte da administração pública de Sc, uma maior divulgação na mídia do Brasil inteiro, informando a todos que o Estado encontrava-se apto a receber turistas, como nos outros anos.
É uma pena, já que grande parte da arrecadação do Estado, imagino eu, depende do Turismo, e essa parcela poderia ser importante para a reconstrução das áreas atingidas pelas chuvas.
Espero que em 2009, haja uma maior preocupação da parte pública com o Estado, e isso vale para o Brasil inteiro, para que oportunidades como esta não passem desapercebidas.
Abraço a todos!
Diego
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