Helicópteros já resgataram 1.024 pessoas em Santa Catarina
da Folha de S.Paulo, em Itajaí
Com a ajuda de 19 helicópteros das Forças Armadas e enviados por outros Estados brasileiros, inclusive São Paulo, já foram resgatados 1.024 catarinenses ilhados pela enchente.
No balanço das operações divulgado ontem, foram contabilizadas 500 missões, 85 pilotos e tripulantes e 420 horas de vôo sobre as cidades devastadas como Ilhota, Gaspar, Luiz Alves, Blumenau e Itajaí.
Segundo o tenente-coronel Milton Kern Pinto, coordenador das operações, há áreas isoladas em que os desabrigados só podem ser retirados pelo ar. "Nem mesmo as equipes que trabalham em terra podem entrar."
No Alto do Baú, a região com maior número de mortos soterrados em deslizamentos, desde sexta as operações de resgate são suspensas e retomadas o tempo inteiro por conta do risco de novos deslizamentos.
Bombeiros dizem que a impressão é a de que o Baú "está se dissolvendo como um sorvete que se derrete".
Deteriorados com a erosão, campos e clareiras usados para pouso dos helicópteros também estão interditados.
VINÍCIUS QUEIROZ GALVÃO, da Folha de S.Paulo
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A maior dificuldade está em reconstruir a estrutura como, energia para hospitais, agroindústrias e saúde sanitária nas cidades afetadas.
Além dos subsídios e contribuições, a prevenção releva a atenção em abastecer almoxarifados com materiais, geradores, vacinas e recursos nessas regiões.
O prejuízo nas indústrias, estradas e porto de Itajaí, produção agrícola, reflete na economia do turismo em Florianópolis, Balneário Camboriú e Porto Belo, região onde se concentram a praias visitadas no verão.
A BR 101 está quase toda duplicada, verão a economia do litoral aquece como o clima.
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Eu passei 15 dias de férias em Florianópolis, Sc, e região, no final de ano.
O que pude observar é que este ano, houve um número bem menor de turistas, em relação aos outros anos.
Em minha opinião, faltou por parte da administração pública de Sc, uma maior divulgação na mídia do Brasil inteiro, informando a todos que o Estado encontrava-se apto a receber turistas, como nos outros anos.
É uma pena, já que grande parte da arrecadação do Estado, imagino eu, depende do Turismo, e essa parcela poderia ser importante para a reconstrução das áreas atingidas pelas chuvas.
Espero que em 2009, haja uma maior preocupação da parte pública com o Estado, e isso vale para o Brasil inteiro, para que oportunidades como esta não passem desapercebidas.
Abraço a todos!
Diego
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