Chuva e novos deslizamentos dificultam restabelecimento da energia em SC
Colaboração para a Folha Online
A volta das chuvas e os novos deslizamentos ocorridos na região de Santa Catarina nos últimos dias têm dificultado o restabelecimento do fornecimento de energia elétrica. Segundo a Celesc (Centrais Elétricas de Santa Catarina), empresa responsável pela rede de eletricidade em 92% do Estado, em algumas áreas onde foram feitos reparos o trabalho terá de ser refeito.
Na cidade de Blumenau, 6% da rede estava sem energia, de acordo com dados mais recentes da companhia. O bairro Progresso é o mais problemático para a restauração do fornecimento, pois foi um dos mais destruídos pela enxurrada.
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A empresa também diz estar com problemas para reparar os danos na rede nos bairros Velha Grande e Garcia. O solo frágil em algumas áreas e a dificuldade de acesso são os principais empecilhos, afirma a Celesc.
No município de Ilhota, 16% da rede está fora de operação, sendo a região do Baú Central a mais atingida pelo problema, com 66% da rede destruída. Em Luiz Alves, a falta de fornecimento atinge 18% da estrutura elétrica. O maior problema se concentra na Estrada da Cachaça, por causa da dificuldade de acesso.
Em Gaspar --com 5% da energia sem fornecimento--, a Celesc diz enfrentar mais problemas para retomar o fornecimento no bairro Belchior, também devido à falta de acesso à região.
Na cidade de Brusque, a empresa registrava até a última sexta-feira (28) 3% da rede de energia sem fornecimento. De acordo com a Celesc, o problema pode ter se agravado por causa das chuvas ocorridas no município no sábado (29).
Segundo a empresa fornecedora, o problema de falta de energia deve continuar durante toda esta semana se for confirmada a previsão de mais chuva para a região nos próximos dias.
Nesta segunda-feira, a Celesc trabalha na montagem de uma rede de energia com dois transformadores para atender o hospital de campanha do Ministério da Defesa na cidade de Itajaí, cidade onde 0,5% da rede está fora de operação.
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A maior dificuldade está em reconstruir a estrutura como, energia para hospitais, agroindústrias e saúde sanitária nas cidades afetadas.
Além dos subsídios e contribuições, a prevenção releva a atenção em abastecer almoxarifados com materiais, geradores, vacinas e recursos nessas regiões.
O prejuízo nas indústrias, estradas e porto de Itajaí, produção agrícola, reflete na economia do turismo em Florianópolis, Balneário Camboriú e Porto Belo, região onde se concentram a praias visitadas no verão.
A BR 101 está quase toda duplicada, verão a economia do litoral aquece como o clima.
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Eu passei 15 dias de férias em Florianópolis, Sc, e região, no final de ano.
O que pude observar é que este ano, houve um número bem menor de turistas, em relação aos outros anos.
Em minha opinião, faltou por parte da administração pública de Sc, uma maior divulgação na mídia do Brasil inteiro, informando a todos que o Estado encontrava-se apto a receber turistas, como nos outros anos.
É uma pena, já que grande parte da arrecadação do Estado, imagino eu, depende do Turismo, e essa parcela poderia ser importante para a reconstrução das áreas atingidas pelas chuvas.
Espero que em 2009, haja uma maior preocupação da parte pública com o Estado, e isso vale para o Brasil inteiro, para que oportunidades como esta não passem desapercebidas.
Abraço a todos!
Diego
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