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Cotidiano
02/12/2008 - 08h16

No 1º dia, hospital de campanha faz 85 consultas em SC; capacidade é para 400

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VINÍCIUS QUEIROZ GALVÃO
da Folha de S.Paulo, em Itajaí

Começou a operar ontem o hospital de campanha militar instalado em Itajaí. Montado para fazer apenas atendimentos ambulatoriais de emergência, o serviço deveria ser procurado por pacientes encaminhados pela rede pública de saúde para desafogar os hospitais, que ficariam com os casos mais graves.

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Aconteceu justamente o contrário: moradores da região onde o acampamento militar está instalado, às margens da BR-101, começaram a procurar atendimento sem antes ir aos postos de saúde, que fariam a triagem. Alguns tiveram de ser removidos de ambulância para hospitais, como um garoto de 15 anos com sintomas e suspeita de leptospirose.

Outro problema é o traslado dos pacientes, que não é feito nem pela Aeronáutica nem pelas prefeituras locais. Desse modo, as pessoas têm de ir ao local por conta própria.

São 40 barracas, divididas em clínica médica, ginecologia, ortopedia, pediatria e também odontologia. Há ainda uma para emergência e uma farmácia para distribuição de remédios ali prescritos, a maioria analgésicos e antibióticos.

Com 80 militares (16 médicos e 21 enfermeiros) e estrutura para atender a 400 pacientes por dia, o hospital fica aberto das 8h às 17h ou até atingir esse máximo de atendimentos. Ao longo do dia de ontem, foram feitos 85 atendimentos. Não há leitos nem são feitas internações. A consulta não durava mais de 20 minutos.

Segundo os militares, o hospital de campanha vai funcionar "até quando for preciso".

Comentários dos leitores
Rodrigo França (1) 10/09/2009 23h45
Rodrigo França (1) 10/09/2009 23h45
SC foi atingida pelas chuvas no segundo ano em regiões distintas e na mesma época, no outono. Em 2008 foram Itajaí e Blumenau e agora, região do extremo-oeste.
A maior dificuldade está em reconstruir a estrutura como, energia para hospitais, agroindústrias e saúde sanitária nas cidades afetadas.
Além dos subsídios e contribuições, a prevenção releva a atenção em abastecer almoxarifados com materiais, geradores, vacinas e recursos nessas regiões.
O prejuízo nas indústrias, estradas e porto de Itajaí, produção agrícola, reflete na economia do turismo em Florianópolis, Balneário Camboriú e Porto Belo, região onde se concentram a praias visitadas no verão.
A BR 101 está quase toda duplicada, verão a economia do litoral aquece como o clima.
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fernando carlos (1) 13/01/2009 15h20
fernando carlos (1) 13/01/2009 15h20
Santa CAtarina virou uma calamidade, os entes públicos deixaram a desejar, faltou é criatividade, no meio de tanta desgraça, teriam eles que motivar os turistas. 4 opiniões
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Diego Vezaro (1) 13/01/2009 12h29
Diego Vezaro (1) 13/01/2009 12h29
Olá meu nome é Diego.
Eu passei 15 dias de férias em Florianópolis, Sc, e região, no final de ano.
O que pude observar é que este ano, houve um número bem menor de turistas, em relação aos outros anos.
Em minha opinião, faltou por parte da administração pública de Sc, uma maior divulgação na mídia do Brasil inteiro, informando a todos que o Estado encontrava-se apto a receber turistas, como nos outros anos.
É uma pena, já que grande parte da arrecadação do Estado, imagino eu, depende do Turismo, e essa parcela poderia ser importante para a reconstrução das áreas atingidas pelas chuvas.
Espero que em 2009, haja uma maior preocupação da parte pública com o Estado, e isso vale para o Brasil inteiro, para que oportunidades como esta não passem desapercebidas.
Abraço a todos!
Diego
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