Detentos de RS fazem "jejum" para doar alimentos para vítimas das chuvas em SC
da Folha Online
Os detentos do Presídio Central de Porto Alegre (RS) devem passar um dia sem comer as principais refeições --café da manhã, almoço e jantar-- para arrecadar alimentos para as vítimas das chuvas e deslizamentos em Santa Catarina. De acordo com a Susepe (Superintendência de Serviços Penitenciários do Rio Grande do Sul), os detentos escolheram esta quinta-feira (4) para fazer o "jejum".
Com a iniciativa, a penitenciária espera enviar 1.546 kg de comida e 90 litros de óleo de soja à Defesa Civil de Santa Catarina. O valor equivale ao total de comida consumido durante um dia no presídio.
Segundo a Susepe, a iniciativa partiu dos próprios detentos, que se organizaram e comunicaram a idéia à diretoria do presídio. Segundo o órgão, 4.820 pessoas estão presas no Presídio Central de Porto Alegre.
A data da entrega dos alimentos ainda não foi divulgada.
Veja a relação de alimentos que o Presídio deve enviar à Defesa Civil de Santa Catarina:
- 720 kg de arroz;
- 390 kg de feijão;
- 90 kg de açúcar;
- 20 kg de café;
- 20 kg de farinha de mandioca;
- 20 kg de farinha de milho;
- 96 kg de margarina;
- 140 kg de massa (macarrão);
- 50 kg de sal;
- 90 litros de óleo de soja.
Ajuda
A Defesa Civil de Santa Catarina divulgou uma lista com os produtos necessários para ajudar as vítimas das chuvas no Estado. O órgão pede doações sobretudo de produtos de higiene pessoal e artigos para limpeza das casas e residências atingidas pelas chuvas.
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A maior dificuldade está em reconstruir a estrutura como, energia para hospitais, agroindústrias e saúde sanitária nas cidades afetadas.
Além dos subsídios e contribuições, a prevenção releva a atenção em abastecer almoxarifados com materiais, geradores, vacinas e recursos nessas regiões.
O prejuízo nas indústrias, estradas e porto de Itajaí, produção agrícola, reflete na economia do turismo em Florianópolis, Balneário Camboriú e Porto Belo, região onde se concentram a praias visitadas no verão.
A BR 101 está quase toda duplicada, verão a economia do litoral aquece como o clima.
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Eu passei 15 dias de férias em Florianópolis, Sc, e região, no final de ano.
O que pude observar é que este ano, houve um número bem menor de turistas, em relação aos outros anos.
Em minha opinião, faltou por parte da administração pública de Sc, uma maior divulgação na mídia do Brasil inteiro, informando a todos que o Estado encontrava-se apto a receber turistas, como nos outros anos.
É uma pena, já que grande parte da arrecadação do Estado, imagino eu, depende do Turismo, e essa parcela poderia ser importante para a reconstrução das áreas atingidas pelas chuvas.
Espero que em 2009, haja uma maior preocupação da parte pública com o Estado, e isso vale para o Brasil inteiro, para que oportunidades como esta não passem desapercebidas.
Abraço a todos!
Diego
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