Sobe para 117 o número de mortes em SC; 69.114 continuam desalojados
da Folha Online
A Defesa Civil do Estado de Santa Catarina confirmou mais uma morte na noite desta terça-feira, elevando para 117 o número de mortes provocadas pelas chuvas e deslizamentos. Segundo boletim divulgado por volta das 21h40, a vítima era da cidade de Timbó (SC).
| Fernando Donasci/Folha Imagem |
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| Flagelados de Itajaí (SC) recebem doações de diversos Estados brasileiros; número de desalojados diminui, mas situação é grave |
De acordo com a Defesa Civil, ao menos 9.587 pessoas retornaram para suas casas no Estado, mas ainda há 69.114 desalojados ou desabrigados. Destes, 21.219 estão desabrigados --dependem de abrigos do poder público-- e 47.895 estão desalojados, ou seja, ficam hospedados nas casas de familiares e amigos.
Ainda segundo a Defesa Civil, 31 pessoas continuam desaparecidas no Estado, mas o número pode ser bem maior, segundo estimativas das prefeituras de Ilhota e de Itajaí --dois dos municípios mais atingidos pelas chuvas.
No último domingo (30), a Sedec (Secretaria Nacional de Defesa Civil), vinculada ao ministério da Integração Nacional, enviou à Santa Catarina uma psicóloga especialista em emergências e desastres. Daniela Lopes deverá coordenar os trabalhos dos profissionais do CRP (Conselho Regional de Psicologia) do Estado no atendimento às vítimas das chuvas.
A profissional integrará as equipes de instituições de emergências e secretarias de Estado convocadas pela Defesa Civil Estadual para ajudar na recuperação das pessoas afetadas, sobretudo aquelas que continuam desabrigadas.
Ajuda
Até a noite de hoje, as doações em dinheiro para as vítimas da Defesa Civil ultrapassavam R$ 12 milhões. Os valores arrecadados serão utilizados na reconstrução de casas.
| Fernando Donasci-29.nov.08/Folha Imagem |
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| Fila de desabrigados esperam para receber comida e colchões da Defesa Civil em Itajai; ao menos 69 mil ficaram desalojados em SC |
Além das doações em dinheiro, a Defesa Civil informou que recebeu mais de cem toneladas de materiais de limpeza e higiene pessoal, além de 1,5 milhão kg de alimentos e 1,3 milhão de litros de água potável. Cerca de 60 caminhões chegam à Santa Catarina com as doações.
Os detentos de um presídio do Rio Grande do Sul decidiram fazer jejum por um dia para ajudar as vítimas do Estado vizinho. Com a iniciativa, eles pretendem enviar ao Estado mais de 1.546 kg de comida --quantidade consumida no presídio em um dia.
Os interessados em ajudar podem realizar doações em dinheiro nas contas correntes abertas pela Defesa Civil:
- Itaú - Agência 0289, conta corrente 69971-2;
- Caixa Econômica Federal - Agência 1877, operação 006, conta corrente 80.000-8;
- Banco do Brasil - Agência 3582-3, conta corrente 80.000-7;
- Banrisul, Agência 0131, conta corrente 06.852725.0-5
- Besc - Agência 068-0, conta corrente 80.000-0;
- Bradesco Agência 0348-4, conta corrente 160.000-1
- Sicoob/SC - Agência 1005, conta corrente 2008-7
- Sicred - Agência 2603, conta corrente 3500-9
- Santander - Agência 1227, conta corrente 430000052
Em nome da pessoa jurídica é Fundo Estadual da Defesa Civil, CNPJ - 04.426.883/0001-57
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A maior dificuldade está em reconstruir a estrutura como, energia para hospitais, agroindústrias e saúde sanitária nas cidades afetadas.
Além dos subsídios e contribuições, a prevenção releva a atenção em abastecer almoxarifados com materiais, geradores, vacinas e recursos nessas regiões.
O prejuízo nas indústrias, estradas e porto de Itajaí, produção agrícola, reflete na economia do turismo em Florianópolis, Balneário Camboriú e Porto Belo, região onde se concentram a praias visitadas no verão.
A BR 101 está quase toda duplicada, verão a economia do litoral aquece como o clima.
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Eu passei 15 dias de férias em Florianópolis, Sc, e região, no final de ano.
O que pude observar é que este ano, houve um número bem menor de turistas, em relação aos outros anos.
Em minha opinião, faltou por parte da administração pública de Sc, uma maior divulgação na mídia do Brasil inteiro, informando a todos que o Estado encontrava-se apto a receber turistas, como nos outros anos.
É uma pena, já que grande parte da arrecadação do Estado, imagino eu, depende do Turismo, e essa parcela poderia ser importante para a reconstrução das áreas atingidas pelas chuvas.
Espero que em 2009, haja uma maior preocupação da parte pública com o Estado, e isso vale para o Brasil inteiro, para que oportunidades como esta não passem desapercebidas.
Abraço a todos!
Diego
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