Estragos no Porto de Itajaí (SC) serão reparados em seis meses
PABLO SOLANO
GUSTAVO HENNEMANN
da Agência Folha
A Secretaria Especial de Portos do governo federal prevê que a recuperação total dos estragos na área portuária de Itajaí (SC) ocorrerá somente em pelo menos seis meses. Esse é o tempo que o ministro Pedro Brito prevê para a reconstrução total dos dois berços de atracação destruídos pelas chuvas.
O ministro esteve nesta terça-feira em Santa Catarina para anunciar medidas de recuperação da infra-estrutura portuária de Itajaí. Segundo o diretor-executivo do porto, Marcelo Salles, o reparo dos cerca de 400 metros do cais que ruíram e a dragagem do assoreamento deve começar na próxima segunda-feira (8).
Hoje, nenhum navio pode atracar nos cais de Itajaí e Navegantes por causa do assoreamento provocado pelas chuvas no rio Itajaí-Açu.
Só o trabalho de remoção da lama vai custar R$ 30 milhões e demorará três meses, segundo Brito. A dragagem deve retirar em torno de 3,8 milhões de metros cúbicos de terra, argila e lixo, o equivalente a 1.520 piscinas olímpicas.
Após o primeiro mês de trabalho, afirma o ministro, os portos de Navegantes e Itajaí poderão receber navios "feeder" (embarcações de pequeno porte que abastecem grandes cargueiros).
Nesse período, afirma o ministro, deverá entrar em operação um berço ainda em obras. A entrega deverá minimizar os prejuízos no principal porto catarinense. Brito estima que as obras emergenciais permitirão a retomada de 50% das operações do complexo portuário de Itajaí e Navegantes.
A paralisação das atividades gera um prejuízo diário de US$ 35 milhões para a economia da cidade.
| James Tavares - 26.nov.2008/Secom | ||
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A maior dificuldade está em reconstruir a estrutura como, energia para hospitais, agroindústrias e saúde sanitária nas cidades afetadas.
Além dos subsídios e contribuições, a prevenção releva a atenção em abastecer almoxarifados com materiais, geradores, vacinas e recursos nessas regiões.
O prejuízo nas indústrias, estradas e porto de Itajaí, produção agrícola, reflete na economia do turismo em Florianópolis, Balneário Camboriú e Porto Belo, região onde se concentram a praias visitadas no verão.
A BR 101 está quase toda duplicada, verão a economia do litoral aquece como o clima.
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Eu passei 15 dias de férias em Florianópolis, Sc, e região, no final de ano.
O que pude observar é que este ano, houve um número bem menor de turistas, em relação aos outros anos.
Em minha opinião, faltou por parte da administração pública de Sc, uma maior divulgação na mídia do Brasil inteiro, informando a todos que o Estado encontrava-se apto a receber turistas, como nos outros anos.
É uma pena, já que grande parte da arrecadação do Estado, imagino eu, depende do Turismo, e essa parcela poderia ser importante para a reconstrução das áreas atingidas pelas chuvas.
Espero que em 2009, haja uma maior preocupação da parte pública com o Estado, e isso vale para o Brasil inteiro, para que oportunidades como esta não passem desapercebidas.
Abraço a todos!
Diego
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