Número de desalojados ou desabrigados cai para 35.325 em Santa Catarina
da Folha Online
O número de pessoas que retornaram para suas casas após as chuvas que atingiram Santa Catarina continua a crescer. Segundo boletim divulgado por volta das 17h pela Defesa Civil do Estado, o número de desalojados e desabrigados no Estado caiu de 78.701 --número divulgado no início da semana-- para 35.325 nesta quarta-feira.
| Mastrangelo Reino-02.11.08/Folha Imagem |
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| Moradores de Luiz Alves, uma das cidades mais atingidas, recebem doações levadas pela Força Aérea Brasileira; 117 morreram em SC |
De acordo com o órgão, destes, 8.089 estão desabrigados --dependem de abrigos do poder público-- e 27.236 estão desalojados, ou seja, ficam hospedados nas casas de familiares e amigos.
Segundo o boletim, 32 pessoas continuam desaparecidas e já foram confirmadas 117 mortes no Estado --a maioria por soterramento.
Doações
A Defesa Civil continua recebendo doações --até a noite de ontem as doações em dinheiro ultrapassavam R$12 milhões. O dinheiro deverá ser empregado na construção de casas para os flagelados do Estado.
Os interessados em ajudar podem realizar doações em dinheiro nas contas correntes abertas pela Defesa Civil:
- Banrisul - Agência 0131, conta corrente 06.852725.0-2;
- Itaú - Agência 0289, conta corrente 69971-2;
- Caixa Econômica Federal - Agência 1877, operação 006, conta corrente 80.000-8;
- Banco do Brasil - Agência 3582-3, conta corrente 80.000-7;
- Banrisul, Agência 0131, conta corrente 06.852725.0-5
- Besc - Agência 068-0, conta corrente 80.000-0;
- Bradesco Agência 0348-4, conta corrente 160.000-1
- Sicoob/SC - Agência 1005, conta corrente 2008-7
- Sicred - Agência 2603, conta corrente 3500-9
- Santander - Agência 1227, conta corrente 430000052
Em nome da pessoa jurídica é Fundo Estadual da Defesa Civil, CNPJ - 04.426.883/0001-57
| Diorgenes Pandini-28.11.08/Folha Online |
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| Entulho fica espalhado em Itajaí após enchente que assolou Santa Catarina; dinheiro arrecadado ajudará na reconstrução de casas |
Voluntários
Em decorrência do aumento das doações, o governo de Santa Catarina fez uma alerta na terça-feira (2) para a necessidade de mais voluntários no Estado. Faltam pessoas para carregar e descarregar caminhões, separar mantimentos, entregá-los nas casas e cadastrar vítimas.
De acordo com Cíntia Kessler, gerente de desenvolvimento econômico e sustentável da Secretaria de Desenvolvimento Regional de Jaraguá do Sul, muitos dos voluntários estão indo embora. "As pessoas voltaram a trabalhar e retomaram suas vidas", destaca Kessler.
Previsão
Uma massa de ar seco chegou à região Sul do país na madrugada desta quarta-feira, o que deve diminuir a incidência de chuvas na região, inclusive em Santa Catarina.
De acordo com o meteorologista Marcelo Martins, do Epagri/Ciram (Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina), a massa de ar seco deve agir em todo o Estado deixando as temperaturas altas, e as chuvas só devem atingir a região com pancadas isoladas e rápidas, ficando inferiores aos 3 milímetros (cada milímetro equivale a um litro de água por metro quadrado).
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A maior dificuldade está em reconstruir a estrutura como, energia para hospitais, agroindústrias e saúde sanitária nas cidades afetadas.
Além dos subsídios e contribuições, a prevenção releva a atenção em abastecer almoxarifados com materiais, geradores, vacinas e recursos nessas regiões.
O prejuízo nas indústrias, estradas e porto de Itajaí, produção agrícola, reflete na economia do turismo em Florianópolis, Balneário Camboriú e Porto Belo, região onde se concentram a praias visitadas no verão.
A BR 101 está quase toda duplicada, verão a economia do litoral aquece como o clima.
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Eu passei 15 dias de férias em Florianópolis, Sc, e região, no final de ano.
O que pude observar é que este ano, houve um número bem menor de turistas, em relação aos outros anos.
Em minha opinião, faltou por parte da administração pública de Sc, uma maior divulgação na mídia do Brasil inteiro, informando a todos que o Estado encontrava-se apto a receber turistas, como nos outros anos.
É uma pena, já que grande parte da arrecadação do Estado, imagino eu, depende do Turismo, e essa parcela poderia ser importante para a reconstrução das áreas atingidas pelas chuvas.
Espero que em 2009, haja uma maior preocupação da parte pública com o Estado, e isso vale para o Brasil inteiro, para que oportunidades como esta não passem desapercebidas.
Abraço a todos!
Diego
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