Vigilância investiga 62 casos de suspeita de leptospirose em SC
da Folha Online
Em menos de duas semanas, a Dive (Diretoria de Vigilância Epidemiológica) da secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina recebeu a notificação de 62 casos de suspeita de leptospirose. Com as chuvas e enchentes, os riscos de contaminação pela doença aumentam, alertam os especialistas.
Segundo a secretaria de Saúde, os casos suspeitos foram registrados entre os dias 22 de novembro e esta terça-feira (2). Quem apresentar sinais de febre, cefaléia e mialgia (dores no corpo) --que tenha sido exposto à água ou lama de enchente nos 30 dias anteriores à data do início dos sintomas --deve procurar uma unidade de saúde.
| Rodrigo Dable-23.nov.2008/Leitor |
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| Em Blumenau (SC), as chuvas deixaram ruas e casas submersas e provocaram dezenas de mortes; abastecimento foi prejudicado |
As pessoas serão submetidas a exames de sangue para detectar a doença, mas é preciso também acompanhar a evolução do quadro clínico do paciente. Segundo a Dive, os casos confirmados representam, em média, de 20% a 30% do total dos casos suspeitos notificados.
De acordo com a Dive, foram registrados 16 casos de suspeita de leptospirose em Itajaí; 16 em Blumenau; 11 em Balneário Camboriú; cinco em Navegantes; três em Luiz Alves; três em Itapema; três em Jaraguá do Sul; dois em Camboriú; dois em Ilhota e uma suspeita na Penha.
Prevenção
Os primeiros sintomas da doença são: febre alta, dor de cabeça, dor muscular, cansaço e calafrios. Em alguns casos, vômitos e diarréia podem causar desidratação. Cerca de 10% dos pacientes também apresentam icterícia --olhos amarelados.
A doença pode ficar incubada de dois a 30 dias antes de aparecerem os primeiros sintomas.
O governo do Estado alerta que não existe vacina contra a leptospirose, e orienta para que a população evite contato direto com as águas de enchente ou com lama contaminada. Quando não foi possível evitar, deve-se usar calçados e luvas impermeáveis para reduzir o contato.
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A maior dificuldade está em reconstruir a estrutura como, energia para hospitais, agroindústrias e saúde sanitária nas cidades afetadas.
Além dos subsídios e contribuições, a prevenção releva a atenção em abastecer almoxarifados com materiais, geradores, vacinas e recursos nessas regiões.
O prejuízo nas indústrias, estradas e porto de Itajaí, produção agrícola, reflete na economia do turismo em Florianópolis, Balneário Camboriú e Porto Belo, região onde se concentram a praias visitadas no verão.
A BR 101 está quase toda duplicada, verão a economia do litoral aquece como o clima.
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Eu passei 15 dias de férias em Florianópolis, Sc, e região, no final de ano.
O que pude observar é que este ano, houve um número bem menor de turistas, em relação aos outros anos.
Em minha opinião, faltou por parte da administração pública de Sc, uma maior divulgação na mídia do Brasil inteiro, informando a todos que o Estado encontrava-se apto a receber turistas, como nos outros anos.
É uma pena, já que grande parte da arrecadação do Estado, imagino eu, depende do Turismo, e essa parcela poderia ser importante para a reconstrução das áreas atingidas pelas chuvas.
Espero que em 2009, haja uma maior preocupação da parte pública com o Estado, e isso vale para o Brasil inteiro, para que oportunidades como esta não passem desapercebidas.
Abraço a todos!
Diego
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