12/03/2002
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18h14
da Folha Online
A Polícia Civil do Paraná confirmou nesta terça-feira que Ivan Rodrigues da Silva, o Monstro -suposto líder da quadrilha que sequestrou e matou o prefeito de Santo André Celso Daniel- e Elcyd Oliveira Brito, o John, foram abordados por pessoas que se apresentaram como policiais e teriam subornado o grupo para evitar a prisão.
De acordo com informações do delegado geral da Polícia Civil, Leonyl Ribeiro, Monstro e John teriam sido abordados em Maringá por um grupo de cinco pessoas. A dupla ficou detida por pelo menos 24 horas e teria entregue um carro, uma casa e mais R$ 10 mil em dinheiro para evitar a prisão.
Ribeiro disse que os dois não ficaram presos em uma delegacia e diz que ainda não há a confirmação de que as pessoas que abordaram os sequestradores fossem mesmo policiais.
"Não sabemos quem são essas pessoas. Se forem policiais vamos colocá-los na rua e pedir a prisão", disse o delegado.
A denúncia foi feita ontem pelo deputado federal Luiz Eduardo Greenhalgh (PT) e começou a ser apurada pela corregedoria da Polícia Civil do Estado. '[Eles] já foram presos, mas fizeram um 'acordo' com a polícia [de Maringá] e foram soltos', afirmou o deputado.
Segundo Greenhalgh, os dois foram presos por porte ilegal de arma e tentativa de roubo no dia 31 de janeiro. Eles não poderiam ter sido liberados porque são foragidos da Justiça, por outros crimes praticados antes do sequestro de Daniel.
Leia mais:
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Leia mais sobre o assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel
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CONSTANÇA TATSCHda Folha Online
A Polícia Civil do Paraná confirmou nesta terça-feira que Ivan Rodrigues da Silva, o Monstro -suposto líder da quadrilha que sequestrou e matou o prefeito de Santo André Celso Daniel- e Elcyd Oliveira Brito, o John, foram abordados por pessoas que se apresentaram como policiais e teriam subornado o grupo para evitar a prisão.
De acordo com informações do delegado geral da Polícia Civil, Leonyl Ribeiro, Monstro e John teriam sido abordados em Maringá por um grupo de cinco pessoas. A dupla ficou detida por pelo menos 24 horas e teria entregue um carro, uma casa e mais R$ 10 mil em dinheiro para evitar a prisão.
Ribeiro disse que os dois não ficaram presos em uma delegacia e diz que ainda não há a confirmação de que as pessoas que abordaram os sequestradores fossem mesmo policiais.
"Não sabemos quem são essas pessoas. Se forem policiais vamos colocá-los na rua e pedir a prisão", disse o delegado.
A denúncia foi feita ontem pelo deputado federal Luiz Eduardo Greenhalgh (PT) e começou a ser apurada pela corregedoria da Polícia Civil do Estado. '[Eles] já foram presos, mas fizeram um 'acordo' com a polícia [de Maringá] e foram soltos', afirmou o deputado.
Segundo Greenhalgh, os dois foram presos por porte ilegal de arma e tentativa de roubo no dia 31 de janeiro. Eles não poderiam ter sido liberados porque são foragidos da Justiça, por outros crimes praticados antes do sequestro de Daniel.
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