Publicidade

Cotidiano
04/12/2008 - 10h00

Governador de SC anuncia medida para minimizar impacto da calamidade na economia

Publicidade

Colaboração para a Folha Online

Acontece nesta quinta-feira a primeira reunião do Grupo de Reação à Calamidade, criado pelo governador de Santa Catarina, Luiz Henrique da Silveira (PMDB) para auxiliar as vítimas das chuvas que atingiram o Estado. A criação do grupo foi anunciada na quarta-feira (3) junto a outras medidas que buscam minimizar o impacto da calamidade causada pelas chuvas na região.

Segundo o governador, o Grupo de Reação à Calamidade vai coordenar o repasse dos recursos federais previsto previsto na MP (Medida Provisória) 448, em 26 de novembro. O grupo será presidido pelo próprio governador, além de contar com a participação do vice-governador Leonel Pavan e vários secretários, que devem realizar reuniões semanais para discutir a situação dos municípios mais afetados pelas chuvas.

Segundo o governador, a criação do grupo foi uma forma de coordenar a crise, sem aumentar os gastos. "Foi sugerido criar uma Secretaria Extraordinária de Reconstrução, mas descartei a idéia porque precisamos cortar custos, além de que o nome reconstrução passa a falsa idéia de que o Estado está destruído", observou Luiz Henrique.

James Tavares/Secom
Vale do Itajaí sofre com os enchentes e deslizamentos causados pelas fortes chuva; governo anuncia medidas para reduzir impacto
Vale do Itajaí sofre com enchentes e deslizamentos causados pelas fortes chuva; governo anuncia medidas para reduzir impacto

Segundo balanço da Defesa Civil de Santa Catarina, o número de mortos chega a 118 e os desaparecidos somam 31. Já o número de pessoas desalojadas ou desabrigadas está em 32.769. Destes, 5.533 estão desabrigados --dependem de abrigos públicos-- e 27.236 estão desalojados, ou seja, ficam hospedados na casa de amigos e familiares.

O governador destacou também a queda na arrecadação do governo em decorrência da calamidade. "Uma queda de 15% na receita é muito forte e vamos fazer de tudo, buscando uma engenharia financeira para manter os pagamentos em dia", disse o governador.

Outras medidas

O governador anunciou na coletiva algumas medidas na área tributária que buscam minimizar o impacto sobre a movimentação econômica das regiões mais atingidas pelas enchentes e deslizamentos.

Entre elas estão: prorrogação de 30 dias no recolhimento do ICMS para empresas atingidas, dispensa do pagamento do ICMS sobre estoque de mercadorias perdidas, eliminação de prazo de documentos fiscais para o transporte de mercadorias (exceto carga viva), entre outras.

As medidas serão implantadas pela Secretaria da Fazenda por meio de decretos e medidas provisórias, anunciou o governador.

Comentários dos leitores
carmem santos (16) 22/11/2009 11h17
carmem santos (16) 22/11/2009 11h17
eu como brasileira, agora com vergonha de ser,quero fazer uma critica a esse lula que air estar querendo aterrorisar nosso pais fazendo e pior trazendo esse presidente do irã pra car..o que ele quer com isso ?será possivel que esse luda não vai para de apoiar esse tipo de pessas terroristas,que mata as pessoas sem dor nem piedade,seria bom se com ele vinhece um homem bomba e quando entrase no planalto acionace o relogio quando tivese todos junto...para de apoiar bandido vai apoiar seu pove que estar morrendo afogado,nas balas perdidas,na secas do nordeste....e vc. só quer aparecer pra esse cara.....se liga cara...o brasil é de paz. sem opinião
avalie fechar
Rodrigo França (1) 10/09/2009 23h45
Rodrigo França (1) 10/09/2009 23h45
SC foi atingida pelas chuvas no segundo ano em regiões distintas e na mesma época, no outono. Em 2008 foram Itajaí e Blumenau e agora, região do extremo-oeste.
A maior dificuldade está em reconstruir a estrutura como, energia para hospitais, agroindústrias e saúde sanitária nas cidades afetadas.
Além dos subsídios e contribuições, a prevenção releva a atenção em abastecer almoxarifados com materiais, geradores, vacinas e recursos nessas regiões.
O prejuízo nas indústrias, estradas e porto de Itajaí, produção agrícola, reflete na economia do turismo em Florianópolis, Balneário Camboriú e Porto Belo, região onde se concentram a praias visitadas no verão.
A BR 101 está quase toda duplicada, verão a economia do litoral aquece como o clima.
sem opinião
avalie fechar
fernando carlos (1) 13/01/2009 15h20
fernando carlos (1) 13/01/2009 15h20
Santa CAtarina virou uma calamidade, os entes públicos deixaram a desejar, faltou é criatividade, no meio de tanta desgraça, teriam eles que motivar os turistas. 4 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (409)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca