Ministério da Saúde monitora 75 por contato com sul-africano
da Folha de S.Paulo, no Rio
O Ministério da Saúde ampliou ontem de 65 para 75 os monitorados por terem mantido contato com o empresário sul-africano William Charles Erasmus, 53, morto na segunda-feira vítima de febre hemorrágica, no Rio.
Estão sendo examinados funcionários dos dois hospitais, do hotel e da empresa por onde Erasmus passou.
Os resultados preliminares dos testes da Fiocruz eliminaram duas suspeitas sobre o causador da doença que matou o sul-africano (hepatite viral e hantavírus). A principal suspeita é arenavírus, mas a hipótese de leptospirose não foi descartada.
Erasmus morreu na na Casa de Saúde São José, vítima de uma febre hemorrágica desconhecida. Seu corpo foi cremado ontem no Cemitério São Francisco Xavier, por razões de saúde pública, e o translado será investigado pela Secretaria Estadual de Saúde, pois não teria sido feito por bombeiros especializados.
A Casa de Saúde São José afirmou que seguiu as regras sanitárias para o transporte do corpo.
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