14/03/2002
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09h04
Policiais do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) devem fazer hoje a reconstituição do assassinato do prefeito Celso Daniel, de Santo André. A reconstituição ocorrerá em Juquitiba, Grande São Paulo.
Celso Daniel ficou em um cativeiro em Juquitiba e seu corpo foi encontrado em uma estrada de terra do mesmo município. Alguns presos acusados de envolvimento no caso deverão participar da reconstituição.
Celso Daniel foi capturado por acaso e morto depois que os sequestradores descobriram que ele era o prefeito.
Ele foi sequestrado em 18 de janeiro após sair de um restaurante na zona sul de São Paulo. O prefeito estava em uma Pajero com o amigo e empresário Sérgio Gomes da Silva.
Segundo a polícia, Daniel foi levado primeiro para a favela Pantanal _sede da quadrilha_ e, depois, para uma chácara em Juquitiba.
Um dos presos, José Edson da Silva, 27, afirmou que mandou matar o prefeito porque ele olhou para o seu rosto e teve medo de ser reconhecido. Silva confessou ter retirado o prefeito do cativeiro e levado Daniel a uma estrada deserta, onde mandou o adolescente L.S.N., 17, atirar.
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da Folha OnlinePoliciais do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) devem fazer hoje a reconstituição do assassinato do prefeito Celso Daniel, de Santo André. A reconstituição ocorrerá em Juquitiba, Grande São Paulo.
Celso Daniel ficou em um cativeiro em Juquitiba e seu corpo foi encontrado em uma estrada de terra do mesmo município. Alguns presos acusados de envolvimento no caso deverão participar da reconstituição.
Celso Daniel foi capturado por acaso e morto depois que os sequestradores descobriram que ele era o prefeito.
Ele foi sequestrado em 18 de janeiro após sair de um restaurante na zona sul de São Paulo. O prefeito estava em uma Pajero com o amigo e empresário Sérgio Gomes da Silva.
Segundo a polícia, Daniel foi levado primeiro para a favela Pantanal _sede da quadrilha_ e, depois, para uma chácara em Juquitiba.
Um dos presos, José Edson da Silva, 27, afirmou que mandou matar o prefeito porque ele olhou para o seu rosto e teve medo de ser reconhecido. Silva confessou ter retirado o prefeito do cativeiro e levado Daniel a uma estrada deserta, onde mandou o adolescente L.S.N., 17, atirar.
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