14/03/2002
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18h31
da Folha Online
Pelo menos seis policiais foram afastados da Polícia Civil no Paraná devido às investigações sobre o suborno feito por Ivan Rodrigues da Silva, o Monstro, suspeito de liderar a quadrilha que sequestrou o prefeito Celso Daniel (PT), em troca de sua liberdade.
Monstro e Elcyd de Oliveira Brito, o John, teriam desembolsado cerca de R$ 50 mil para não serem presos em 30 de janeiro. Uma picape Ranger, uma casa e mais R$ 10 mil em dinheiro teriam sido entregues a policiais de Maringá (PR). Antes de pagar o suborno a dupla foi levada para a 9ª Subdelegacia Policial de Maringá, onde ficou pelo menos um dia e uma noite.
Dois processos devem apurar a ação dos policiais. Um processo policial criminal _no qual a Justiça analisará se houve crime_ e um processo disciplinar administrativo _no qual o Conselho da Polícia vai apurar a atuação dos policiais.
As investigações estão sendo conduzidas pela Corregedoria da Polícia Civil do Paraná e pelo Ministério Público.
Segundo o delegado-geral da Polícia Civil, Leonyl Ribeiro, os policiais ainda estão sendo ouvidos e as investigações estão em andamento.
A denúncia do suborno foi feita na segunda-feira pelo deputado federal Luiz Eduardo Greenhalgh (PT).
Leia mais:
Policiais acusados confirmam prisão de Monstro mas negam extorsão
Leia mais sobre o assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel
PR afasta 6 policiais que teriam sido subornados por sequestrador
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CONSTANÇA TATSCHda Folha Online
Pelo menos seis policiais foram afastados da Polícia Civil no Paraná devido às investigações sobre o suborno feito por Ivan Rodrigues da Silva, o Monstro, suspeito de liderar a quadrilha que sequestrou o prefeito Celso Daniel (PT), em troca de sua liberdade.
Monstro e Elcyd de Oliveira Brito, o John, teriam desembolsado cerca de R$ 50 mil para não serem presos em 30 de janeiro. Uma picape Ranger, uma casa e mais R$ 10 mil em dinheiro teriam sido entregues a policiais de Maringá (PR). Antes de pagar o suborno a dupla foi levada para a 9ª Subdelegacia Policial de Maringá, onde ficou pelo menos um dia e uma noite.
Dois processos devem apurar a ação dos policiais. Um processo policial criminal _no qual a Justiça analisará se houve crime_ e um processo disciplinar administrativo _no qual o Conselho da Polícia vai apurar a atuação dos policiais.
As investigações estão sendo conduzidas pela Corregedoria da Polícia Civil do Paraná e pelo Ministério Público.
Segundo o delegado-geral da Polícia Civil, Leonyl Ribeiro, os policiais ainda estão sendo ouvidos e as investigações estão em andamento.
A denúncia do suborno foi feita na segunda-feira pelo deputado federal Luiz Eduardo Greenhalgh (PT).
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