Defesa Civil confirma 140 casos de leptospirose em Santa Catarina
Colaboração para a Folha Online
Subiu para 140 o número de casos confirmados de leptospirose no Estado de Santa Catarina, de acordo com informações divulgadas na noite desta terça-feira pelo Dive (Diretoria de Vigilância Epidemiológica) da Secretaria de Estado da Saúde.
Já foram notificados 997 casos suspeitos, sendo que 460 estão em análise e 397 foram descartados.
Os 140 casos foram confirmados em moradores de Itajaí (26), Blumenau (24), Joinville (14), Camboriú (9), Tijucas (9), Florianópolis (8), Balneário Camboriú (6), Gaspar (5), Ilhota (5), Itapema (5), Jaraguá do Sul (4), Timbó (3), Navegantes (3), Palhoça (3), Santo Amaro da Imperatriz (3), Itapoá (2) e São Francisco do Sul (2). Em São João Batista, Biguaçu, Canelinha, São José, Rio dos Cedros, Brusque, Guabiruba, Indaial e Luiz Alves foi registrada uma contaminação em cada município.
As chuvas e enchentes em Santa Catarina já provocaram 128 mortes e 26 pessoas continuam desaparecidas. Ao todo, 32.803 pessoas estão fora de casa. O número de desabrigados --que estão em abrigos públicos-- é de 5.567 e de 27.236 desalojados --que estão na casa de parentes e amigos.
Prevenção
Os primeiros sintomas da doença são: febre alta, dor de cabeça, dor muscular, cansaço e calafrios. Em alguns casos, vômitos e diarréia podem causar desidratação. Cerca de 10% dos pacientes também apresentam icterícia --olhos amarelados.
A doença pode ficar incubada de dois a 30 dias antes de aparecerem os primeiros sintomas.
O governo do Estado alerta que não existe vacina contra a leptospirose, e orienta para que a população evite contato direto com as águas de enchente ou com lama contaminada. Quando não foi possível evitar, deve-se usar calçados e luvas impermeáveis para reduzir o contato.
Alagamentos Itajaí
A Defesa Civil de Itajaí (SC) informou na tarde desta terça-feira que diversos pontos de alagamento são encontrados na cidade devido às fortes chuvas que atingem o Estado de Santa Catarina desde segunda-feira (15).
Os novos pontos de alagamento acontecem por causa do comprometimento do sistema de drenagem da cidade após as chuvas que atingiram o Estado desde o fim de novembro.
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A maior dificuldade está em reconstruir a estrutura como, energia para hospitais, agroindústrias e saúde sanitária nas cidades afetadas.
Além dos subsídios e contribuições, a prevenção releva a atenção em abastecer almoxarifados com materiais, geradores, vacinas e recursos nessas regiões.
O prejuízo nas indústrias, estradas e porto de Itajaí, produção agrícola, reflete na economia do turismo em Florianópolis, Balneário Camboriú e Porto Belo, região onde se concentram a praias visitadas no verão.
A BR 101 está quase toda duplicada, verão a economia do litoral aquece como o clima.
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