Ao menos 5.700 devem passar Natal em abrigos de SC; 131 morrem pelas chuvas
da Folha Online
Ao menos 5.700 pessoas que tiveram suas casas destruídas pelas chuvas que assolaram Santa Catarina devem passar o Natal em abrigos montados nas várias cidades atingidas pelas chuvas. Elas estão desabrigadas --suas casas foram atingidas e elas não têm para onde ir, e, portanto, permanecem em abrigos.
Outras 27.236 também não devem comemorar a data em suas casas, uma vez que eles continuam desalojados --estão em residências de amigos ou parentes. A mais recente contabilidade da Defesa Civil de Santa Catarina dá conta que outras 22 pessoas permanecem desaparecidas e 131 morreram.
| 29.nov.2008 - Fernando Donasci/Folha Imagem |
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| Abrigo em Gaspar recebe vítima de enchentes em SC; chuva no Estado deixa mais de 32 mil desabrigados ou desalojados |
Segundo o Epagri/Ciram (Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina), o tempo permaneceu estável em Santa Catarina neste domingo. Não houve chuva devido a presença de um sistema de alta pressão (massa de ar seco).
O Inmet Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) prevê que o céu deve permanecer nublado e existe a possibilidade de pancadas de chuva no oeste do Estado nesta segunda-feira (22). Nas demais regiões o céu deve permanecer apenas parcialmente nublado. Em algumas regiões há previsão de névoa seca, em outras, de névoa úmida. A temperatura máxima prevista no Estado é de 33ºC.
Atendimento
Depois de realizar cerca de 3.000 atendimentos, o hospital de campanha da FAB (Força Aérea Brasileira) anunciou o encerramento das suas atividades.
Segundo a FAB, em 17 dias, foram realizados 2.916 atendimentos e distribuídos mais de 63 mil medicamentos.
O hospital de campanha foi instalado para atender apenas casos ambulatoriais de emergência. O objetivo, segundo a FAB, era desafogar os hospitais da região, para que os hospitais das cidades pudessem se concentrar no atendimento das vítimas das chuvas e de casos mais graves.
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A maior dificuldade está em reconstruir a estrutura como, energia para hospitais, agroindústrias e saúde sanitária nas cidades afetadas.
Além dos subsídios e contribuições, a prevenção releva a atenção em abastecer almoxarifados com materiais, geradores, vacinas e recursos nessas regiões.
O prejuízo nas indústrias, estradas e porto de Itajaí, produção agrícola, reflete na economia do turismo em Florianópolis, Balneário Camboriú e Porto Belo, região onde se concentram a praias visitadas no verão.
A BR 101 está quase toda duplicada, verão a economia do litoral aquece como o clima.
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