Chuvas diminuem e calor predomina em Santa Catarina
Colaboração para a Folha Online
O Epagri/Ciram (Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina) informou na manhã desta segunda-feira que não há previsão de chuvas para a maior parte do Estado de Santa Catarina.
Segundo a Defesa Civil, as chuvas já deixaram 131 mortos e 22 pessoas permanecem desaparecidas. Além disso, 32.973 continuam fora de suas casas, sendo que 5.737 pessoas estão desabrigadas e 27.236 desalojadas, ou seja, estão hospedadas em casas de amigos e parentes.
| Fernando Donasci-27.nov.2008/Folha Imagem |
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De acordo com o instituto, as temperaturas devem se manter altas e as chuvas devem ficar restritas a região de Grande Florianópolis, sempre acontecendo no fim da tarde e com pouca intensidade.
Mesmo assim, a Defesa Civil mantém o alerta contra novos deslizamentos nas regiões mais afetadas pelas chuvas. Segundo o Epagri/Ciram, o solo continua molhado tornando possível novos deslizamentos de terra.
O tempo só deve mudar em Santa Catarina na quarta-feira (24) com a chegada de uma frente fria que deve trazer chuvas fortes de volta ao Estado. Segundo o meteorologista Marcelo Martins, do Epagri/Ciram, as chuvas devem atingir todas as regiões do Estado e podem ser acompanhadas de trovoadas.
Hospital de campanha
O hospital de campanha que foi instalado no município de Itajaí (SC) para atender as vitimas das chuvas encerrou suas atividades na última sexta-feira (19). Em 17 dias, foram realizados 2.916 atendimentos e distribuídos mais de 63 mil medicamentos.
O hospital de campanha foi instalado para atender apenas casos ambulatoriais de emergência. O objetivo, segundo a FAB (Força Aérea Brasileira), era desafogar os hospitais da região, para que os hospitais das cidades pudessem se concentrar no atendimento das vítimas das chuvas e de casos mais graves.
A decisão de encerrar as atividades foi anunciada depois de uma reunião entre o comando da operação no Estado e representantes das secretarias municipal e estadual de Saúde. O comando da Aeronáutica, no entanto, informou que a FAB continuará apoiando as operações da Defesa Civil.
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A maior dificuldade está em reconstruir a estrutura como, energia para hospitais, agroindústrias e saúde sanitária nas cidades afetadas.
Além dos subsídios e contribuições, a prevenção releva a atenção em abastecer almoxarifados com materiais, geradores, vacinas e recursos nessas regiões.
O prejuízo nas indústrias, estradas e porto de Itajaí, produção agrícola, reflete na economia do turismo em Florianópolis, Balneário Camboriú e Porto Belo, região onde se concentram a praias visitadas no verão.
A BR 101 está quase toda duplicada, verão a economia do litoral aquece como o clima.
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