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Cotidiano
04/01/2009 - 18h03

Sobe para 18 o número de cidades com problemas após novas chuvas em SC

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colaboração para a Folha Online

A Defesa Civil de Santa Catarina informa que já são 18 o número de cidades afetadas pelas chuvas que voltaram a atingir o Estado neste fim de semana. Na tarde deste domingo, o órgão informou que Praia Grande também sofreu estragos por causa da chuva forte.

Quatro cidades já decretaram estado de emergência desde sábado (3), são elas: Criciúma, Turvo, Nova Veneza e Içara. Com isso, chega a 81 o número de cidades em situação de emergência ou em estado de calamidade pública no Estado.

Até o momento, a Defesa Civil registra 372 pessoas desabrigadas e 654 pessoas desalojadas por causa das novas chuvas. As cidades mais afetadas são Nova Veneza e Araranguá. Forquilhinha, Urussanga, Siderópolis, Lauro Müller, Ermo, Timbé do Sul, Jacinto Machado, Tubarão, Jaguaruna, Laguna, São Martinho e Meleiro também enfrentam problemas por causa da chuva.

As chuvas que atingiram o Estado no fim do ano passado causaram 135 mortes. Seis pessoas permanecem desaparecidas --quatro em Ilhota e duas em Gaspar.

Estradas

Na BR-101, cerca de 50 carros ficaram isolados neste domingo por causa da interdição em dois trechos, informa a Defesa Civil. No km 404 e no km 409 da via, entre os municípios de Maracajá e Araranguá, a água invadiu a pista e desde ontem impede a passagem de veículos.

Segundo a Defesa Civil, aproximadamente 100 pessoas já foram retiradas, mas outras 30 se recusam a deixar os carros e permanecem no local.

A Polícia Rodoviária Federal informa que o nível da água já chega a 1,5 metro acima da pista e, caso a chuva continue, há o risco de subir mais.

Previsão

As novas chuvas que voltaram a atingir o Estado começaram na sexta-feira (2). A local mais afetado, segundo a Defesa Civil, foi o litoral sul, onde os acumulados foram superiores a 100 mm, chegando a 309,3 mm em Timbé do Sul nas últimas 48h.

Segundo a Epagri/Ciram (Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina) o tempo ainda fica instável no litoral neste domingo, com variação de nuvens e chuva fraca em alguns momentos. O nível dos rios se mantém estável e elevado devido ao mar grosso no litoral com ressaca, diminuindo a partir de segunda-feira (5).

Comentários dos leitores
Rodrigo França (1) 10/09/2009 23h45
Rodrigo França (1) 10/09/2009 23h45
SC foi atingida pelas chuvas no segundo ano em regiões distintas e na mesma época, no outono. Em 2008 foram Itajaí e Blumenau e agora, região do extremo-oeste.
A maior dificuldade está em reconstruir a estrutura como, energia para hospitais, agroindústrias e saúde sanitária nas cidades afetadas.
Além dos subsídios e contribuições, a prevenção releva a atenção em abastecer almoxarifados com materiais, geradores, vacinas e recursos nessas regiões.
O prejuízo nas indústrias, estradas e porto de Itajaí, produção agrícola, reflete na economia do turismo em Florianópolis, Balneário Camboriú e Porto Belo, região onde se concentram a praias visitadas no verão.
A BR 101 está quase toda duplicada, verão a economia do litoral aquece como o clima.
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fernando carlos (1) 13/01/2009 15h20
fernando carlos (1) 13/01/2009 15h20
Santa CAtarina virou uma calamidade, os entes públicos deixaram a desejar, faltou é criatividade, no meio de tanta desgraça, teriam eles que motivar os turistas. 4 opiniões
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Diego Vezaro (1) 13/01/2009 12h29
Diego Vezaro (1) 13/01/2009 12h29
Olá meu nome é Diego.
Eu passei 15 dias de férias em Florianópolis, Sc, e região, no final de ano.
O que pude observar é que este ano, houve um número bem menor de turistas, em relação aos outros anos.
Em minha opinião, faltou por parte da administração pública de Sc, uma maior divulgação na mídia do Brasil inteiro, informando a todos que o Estado encontrava-se apto a receber turistas, como nos outros anos.
É uma pena, já que grande parte da arrecadação do Estado, imagino eu, depende do Turismo, e essa parcela poderia ser importante para a reconstrução das áreas atingidas pelas chuvas.
Espero que em 2009, haja uma maior preocupação da parte pública com o Estado, e isso vale para o Brasil inteiro, para que oportunidades como esta não passem desapercebidas.
Abraço a todos!
Diego
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