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Cotidiano
11/03/2009 - 22h50

Exército divulga retrato falado de suspeito de roubar armas em Caçapava (SP)

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da Folha Online

As Forças Armadas divulgaram nesta quarta-feira o retrato falado de um dos suspeitos de ter roubado sete fuzis do 6º Batalhão de Infantaria Leve do Exército em Caçapava (116 km de São Paulo), na noite de domingo (8). Um grupo de assaltantes invadiu a unidade, por volta das 23h, e chegou a entrar em confronto com militares no local. Ninguém foi preso.

Reprodução
Suspeito de ter roubado sete fuzis de batalhão do Exército em Caçapava (SP)
Suspeito de ter roubado sete fuzis de batalhão do Exército em Caçapava (SP)

De acordo com a assessoria de imprensa o Comando Militar do Sudeste, que realizou buscas pela região nesta terça-feira (10) e até em São José dos Campos (91 km de SP), município vizinho, o retrato foi realizado com base no depoimento das testemunhas.

Também na terça, o comando do Exército de Caçapava informou que os sete militares rendidos na ação de domingo foram afastados de suas funções. De acordo com o tenente-coronel José Mateus Teixeira Ribeiro, da comunicação social, esse afastamento é necessário para que os militares fiquem à disposição para serem ouvidos a qualquer momento durante a investigação.

O oficial afirma, porém, que está claro que houve falha de pelo menos dois desses soldados na segurança do quartel. Para ele, mesmo havendo arames arrebentados em alguns pontos no fundo do quartel, foi a falha dos sentinelas que facilitou a entrada dos ladrões. Outros cinco estavam no turno de descanso.

O inquérito que apura o crime é sigiloso, segundo o comando. Até esta quarta-feira, nenhuma das armas havia sido localizada. A investigação é acompanhada pelo Ministério Público Militar acompanha as investigações.

Outro caso

Na semana passada, o CTT (Centro de Treinamento Tático) utilizado pelas polícias Civil, Militar e pelo Exército, em Ribeirão Pires (Grande São Paulo), foi invadido por um grupo que roubou armas.

O crime aconteceu no último dia 5, e um processo administrativo foi instaurado pelo comando da 2ª Região Militar (São Paulo-SP), responsável pela fiscalização de produtos controlados pelo Exército no Estado.

 

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