24/06/2002
-
07h20
Os motoristas e cobradores de ônibus de São Paulo iniciaram uma paralisação por tempo indeterminado. O sistema transporta cerca de 3,6 milhões de pessoas por dia.
Com a greve, o rodízio de veículos, a zona azul e os corredores exclusivos foram liberados. Segundo a Secretaria dos Transportes, os terminais estão fechados.
Para tentar minimizar os efeitos da greve, a secretaria colocou nas ruas 428 veículos (vans, ônibus e peruas) cadastrados para situações de emergência. Eles circulam cobrando R$ 1,40 por passageiro, mesma tarifa dos ônibus.
Também foi liberado o itinerário para as lotações regulamentadas, os ônibus bairro-a-bairro e os ônibus intermunicipais, que podem chegar até o centro da cidade.
A secretaria incentiva o transporte solidário.
Não há registro de problemas ou tumultos por causa da paralisação. A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) registra 18 km de congestionamento na cidade, índice dentro da média para o horário.
No metrô, a situação está normal. Segundo a Companhia do Metropolitano, até agora não houve aumento no número de passageiros. A empresa acredita que as peruas estão realizando o trabalho dos ônibus, o que evita superlotação no metrô.
A CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) preparou um esquema especial, oferecendo mais trens e menores intervalos entre as composições.
Aumento
Os cerca de 50 mil motoristas e cobradores não aceitam a redução da proposta de aumento salarial, que havia sido estipulada pelo Tribunal Regional do Trabalho: 8%.
A decisão foi tomada em maio, mas o Transurb (sindicato das empresas) não aceitou, recorreu e conseguiu baixar a proposta no TST (Tribunal Superior do Trabalho) para 6%.
Leia mais:
Ônibus da viação Santa Brígida são apedrejados em São Paulo
Paralisação de ônibus tem caráter político, diz Zarattini
Índice de lentidão no trânsito é normal, apesar da greve
Paralisação de ônibus fecha terminais e suspende rodízio de veículos
Publicidade
da Folha OnlineOs motoristas e cobradores de ônibus de São Paulo iniciaram uma paralisação por tempo indeterminado. O sistema transporta cerca de 3,6 milhões de pessoas por dia.
Com a greve, o rodízio de veículos, a zona azul e os corredores exclusivos foram liberados. Segundo a Secretaria dos Transportes, os terminais estão fechados.
Para tentar minimizar os efeitos da greve, a secretaria colocou nas ruas 428 veículos (vans, ônibus e peruas) cadastrados para situações de emergência. Eles circulam cobrando R$ 1,40 por passageiro, mesma tarifa dos ônibus.
Também foi liberado o itinerário para as lotações regulamentadas, os ônibus bairro-a-bairro e os ônibus intermunicipais, que podem chegar até o centro da cidade.
A secretaria incentiva o transporte solidário.
Não há registro de problemas ou tumultos por causa da paralisação. A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) registra 18 km de congestionamento na cidade, índice dentro da média para o horário.
No metrô, a situação está normal. Segundo a Companhia do Metropolitano, até agora não houve aumento no número de passageiros. A empresa acredita que as peruas estão realizando o trabalho dos ônibus, o que evita superlotação no metrô.
A CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) preparou um esquema especial, oferecendo mais trens e menores intervalos entre as composições.
Aumento
Os cerca de 50 mil motoristas e cobradores não aceitam a redução da proposta de aumento salarial, que havia sido estipulada pelo Tribunal Regional do Trabalho: 8%.
A decisão foi tomada em maio, mas o Transurb (sindicato das empresas) não aceitou, recorreu e conseguiu baixar a proposta no TST (Tribunal Superior do Trabalho) para 6%.
Leia mais:

