24/06/2002
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08h31
O secretário municipal dos Transportes, Carlos Zarattini, disse que a paralisação dos motoristas e cobradores de ônibus tem caráter político.
Segundo Zarattini, o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva (PTB), que é vice do candidato à Presidência pelo PPS, Ciro Gomes, tem "estreitas ligações" com o presidente do Sindicato dos Condutores de São Paulo, Edivaldo Santiago.
"O Edivaldo Santiago conduziu uma greve em 1992 contra a prefeita Luiza Erundina de nove dias na véspera das eleições. Agora, o candidato do PPS a vice é o presidente da Força Sindical, que tem estreitas ligações com o Edivaldo, bem como vereadores do PSDB", disse, durante entrevista.
"Levantamos a hipótese de que há interesses políticos de fazer com que se crie uma situação de tumulto na cidade, que prejudique a candidatura do PT."
Edivaldo disse, por meio de sua assessoria, que o movimento é uma reivindicação salarial e que Zarattini "não tem experiência para ocupar o cargo de secretário".
Os cerca de 50 mil motoristas e cobradores não aceitam a redução da proposta de aumento salarial.
O Tribunal Regional do Trabalho havia determinado 8% de reajuste, mas o Transurb (sindicato das empresas) não aceitou, recorreu e conseguiu baixar a proposta no TST (Tribunal Superior do Trabalho) para 6%.
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Paralisação de ônibus tem caráter político, diz Zarattini
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da Folha OnlineO secretário municipal dos Transportes, Carlos Zarattini, disse que a paralisação dos motoristas e cobradores de ônibus tem caráter político.
Segundo Zarattini, o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva (PTB), que é vice do candidato à Presidência pelo PPS, Ciro Gomes, tem "estreitas ligações" com o presidente do Sindicato dos Condutores de São Paulo, Edivaldo Santiago.
"O Edivaldo Santiago conduziu uma greve em 1992 contra a prefeita Luiza Erundina de nove dias na véspera das eleições. Agora, o candidato do PPS a vice é o presidente da Força Sindical, que tem estreitas ligações com o Edivaldo, bem como vereadores do PSDB", disse, durante entrevista.
"Levantamos a hipótese de que há interesses políticos de fazer com que se crie uma situação de tumulto na cidade, que prejudique a candidatura do PT."
Edivaldo disse, por meio de sua assessoria, que o movimento é uma reivindicação salarial e que Zarattini "não tem experiência para ocupar o cargo de secretário".
Os cerca de 50 mil motoristas e cobradores não aceitam a redução da proposta de aumento salarial.
O Tribunal Regional do Trabalho havia determinado 8% de reajuste, mas o Transurb (sindicato das empresas) não aceitou, recorreu e conseguiu baixar a proposta no TST (Tribunal Superior do Trabalho) para 6%.
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