24/06/2002
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12h22
Doze ônibus da viação Santa Brígida, que opera na zona norte de São Paulo, foram depredados hoje, segundo a SPTrans (empresa que gerencia o transporte coletivo na cidade). Os veículos foram apedrejados ao deixarem a garagem para circular.
Mesmo com a greve de motoristas e cobradores, a empresa colocou ônibus nas ruas. A CCTC (Cooperativa Comunitária de Transporte Coletivo), responsável por linhas nas regiões norte, leste e central, também está operando, apesar da paralisação.
Cerca de 3,6 milhões de pessoas são transportadas por dia pelos ônibus em São Paulo. A categoria se reúne às 16h para avaliar a greve.
A Secretaria dos Transportes suspendeu o rodízio de veículos, liberou a zona azul e as vias exclusivas.
Aumento
Os cerca de 50 mil motoristas e cobradores não aceitam a redução da proposta de aumento salarial, que havia sido estipulada pelo Tribunal Regional do Trabalho: 8%.
A decisão foi tomada em maio, mas o Transurb não aceitou, recorreu e conseguiu baixar a proposta no TST (Tribunal Superior do Trabalho) para 6%.
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Ônibus da viação Santa Brígida são apedrejados em São Paulo
Doze ônibus da viação Santa Brígida são depredados em São Paulo
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da Folha OnlineDoze ônibus da viação Santa Brígida, que opera na zona norte de São Paulo, foram depredados hoje, segundo a SPTrans (empresa que gerencia o transporte coletivo na cidade). Os veículos foram apedrejados ao deixarem a garagem para circular.
Mesmo com a greve de motoristas e cobradores, a empresa colocou ônibus nas ruas. A CCTC (Cooperativa Comunitária de Transporte Coletivo), responsável por linhas nas regiões norte, leste e central, também está operando, apesar da paralisação.
Cerca de 3,6 milhões de pessoas são transportadas por dia pelos ônibus em São Paulo. A categoria se reúne às 16h para avaliar a greve.
A Secretaria dos Transportes suspendeu o rodízio de veículos, liberou a zona azul e as vias exclusivas.
Aumento
Os cerca de 50 mil motoristas e cobradores não aceitam a redução da proposta de aumento salarial, que havia sido estipulada pelo Tribunal Regional do Trabalho: 8%.
A decisão foi tomada em maio, mas o Transurb não aceitou, recorreu e conseguiu baixar a proposta no TST (Tribunal Superior do Trabalho) para 6%.
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