Menino agredido em Jundiaí (SP) está consciente e não corre risco de morrer, diz hospital
Colaboração para a Folha Online
da Agência Folha
O menino de um ano e dois meses que foi agredido por uma garota de programa em Jundiaí (58 km de São Paulo) permanece internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Universitário da cidade. Segundo os médicos, ele está consciente e não corre risco de morrer, mas não há previsão para que a criança receba alta do hospital.
A criança está internada desde a manhã de ontem (18), quando foi levada ao hospital pela própria suspeita de ter praticado as agressões, a garota de programa Valdecina Almeida, 33, que era patroa da mãe do menino. Segundo o hospital, ele apresenta queimaduras e escoriações pelo corpo, além de ter sofrido traumatismo craniano.
Segundo a polícia, a mãe da criança, Luciana Barbosa, 18, também foi agredida pela patroa. A escrivã de polícia Sílvia Marcos, afirmou que as duas mulheres se conheciam há vários anos e Barbosa foi trazida para trabalhar como babá em Jundiaí, em janeiro.
Há cerca de duas semanas, "nervosa com o choro da criança e querendo descansar", Almeida começou a agredir a criança com golpes de cabide, de acordo com a escrivã. Ela também a queimou usando um isqueiro e raspou a cabeça dela, disse. A mãe recebeu um soco no rosto e tinha escoriações.
De acordo com informações da DDM, a mãe não reagiu às agressões, pois era ameaçada com uma faca. A polícia disse que ela e o bebê também foram queimados com um isqueiro, e que a criança teve a cabeça raspada pela prostituta.
A suspeita deverá responder pelos crimes de tentativa de homicídio e lesão corporal dolosa. Segundo a polícia, ela ainda não tem um advogado.
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