23/07/2000
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20h08
Cerca de 130 internos se rebelaram na tarde deste domingo (23) na unidade da Febem de Parelheiros, na zona sul de São Paulo. O motim foi controlado por volta das 19h.
Durante a rebelião, os internos mantiveram dois funcionários como reféns. O presidente da Febem, Benedito Duarte, permaneceu no local para negociar o fim da rebelião.
A tropa de choque foi acionada. Segundo a Polícia Militar, os reféns já haviam sido libertados. Ainda não há informações de fugas nem feridos.
Os internos se rebelaram por volta das 12h30. Eles permaneceram em cima do telhado de um dos pavilhões da unidade.
No início do ano, o Ministério Público conseguiu uma liminar que proibia a transferência de menores para Parelheiros, com o argumento de que o prédio é impróprio para abrigar projetos educacionais, como prevê as normas do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente). A liminar foi derrubada no Tribunal de Justiça.
No primeiro semestre, o receio dos menores de serem transferidos para Parelheiros foi motivo de rebeliões em outras unidades.
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Rebelião na Febem de Parelheiros, em SP, já está controlada
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da Folha de S.PauloCerca de 130 internos se rebelaram na tarde deste domingo (23) na unidade da Febem de Parelheiros, na zona sul de São Paulo. O motim foi controlado por volta das 19h.
Durante a rebelião, os internos mantiveram dois funcionários como reféns. O presidente da Febem, Benedito Duarte, permaneceu no local para negociar o fim da rebelião.
A tropa de choque foi acionada. Segundo a Polícia Militar, os reféns já haviam sido libertados. Ainda não há informações de fugas nem feridos.
Os internos se rebelaram por volta das 12h30. Eles permaneceram em cima do telhado de um dos pavilhões da unidade.
No início do ano, o Ministério Público conseguiu uma liminar que proibia a transferência de menores para Parelheiros, com o argumento de que o prédio é impróprio para abrigar projetos educacionais, como prevê as normas do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente). A liminar foi derrubada no Tribunal de Justiça.
No primeiro semestre, o receio dos menores de serem transferidos para Parelheiros foi motivo de rebeliões em outras unidades.
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