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Cotidiano
26/04/2009 - 16h32

Brasileiro recém-chegado do México é internado com suspeita de gripe suína

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da Folha Online

O Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo, internou um homem com sintomas de gripe que chegou da Cidade do México há cerca de dez dias, para investigar suspeita de gripe suína, doença que já matou 22 pessoas no México. De acordo com o infectologista Edenilson Eduardo Calore, o homem apresenta sintomas de gripe comum, como coriza e dor muscular. "Em razão da epidemiologia da doença, decidimos pelo isolamento. Mas provavelmente não é uma gripe suína", afirmou.

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Os médicos decidiram isolá-lo na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do hospital por questão de segurança, até que o diagnóstico seja confirmado. De acordo com Calore, o paciente foi internado neste sábado (25) e está "clinicamente bem". O hospital não revela o nome ou a idade do homem --não há data para finalização dos exames.

Calore afirma que o instituto não registrou um aumento na preocupação das pessoas em razão da doença. "Não há motivos para se preocupar, ainda não é o caso. Mas é preciso ficar atento", diz.

Os sintomas da gripe suína, um variante da tradicional cepa H1N1 que sofreu mutação dos porcos para os humanos, são febre superior a 39ºC, que se apresenta de maneira repentina, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e de articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal.

No México, o total de mortes causadas pela doença subiu de 20 para 22 neste domingo. Os Estados Unidos confirmam ter 20 doentes e o Canadá, quatro.

Outros 16 casos de suspeita da gripe suína estão sob análise em países da Oceania, Europa e Oriente Médio. Na Nova Zelândia, há dez suspeitas; na França, quatro; na Espanha, três; e em Israel, um. No Brasil não há indício de circulação do vírus, informa o Ministério da Saúde.

Comentários dos leitores
cristina pereira (44) 30/11/2009 22h48
cristina pereira (44) 30/11/2009 22h48
Ministério da Saúde:
Sobre essa resposta
Eugenio,
Você está equivocado, as autoridades de saúde local não necessitam autorizar os médicos a prescreverem o medicamento. Cabe deixar claro que o Tamiflu deve ser receitado aos pacientes que realmente precisem do remédio. Estamos à disposição.

Se o médico possui autonomia de receitar o remédio, porque vocês estão salientando que " Cabe deixar claro que o Tamiflu deve ser receitado aos pacientes que realmente precisem do remédio". O Médico não estudou para isso? Para saber o que é melhor para seu paciente?
Vocês dizem o médico tem autonomia para receitar e logo depois: Mas ele só deve administrar o medicamento caso o paciente realmente necessite...
Imagine eu chego no médico, ele receita o tamiflu. Dai eu digo, mas doutor o remédio só deve ser receitado se eu realmente precisar... Ele vai dizer quem é o médico aqui!!!
1 opinião
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Ministério da Saúde (195) 30/11/2009 21h05
Ministério da Saúde (195) 30/11/2009 21h05
Augusto,
No Brasil, apesar de ainda serem registrados casos graves da Influenza A (H1N1), esse número teve grande redução. Em comparação com a semana epidemiológica com o maior número de notificações, a semana epidemiológica 44 (até o dia 07 de novembro) apresentou redução de 97%. Estamos à disposição.
sem opinião
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Ministério da Saúde (195) 30/11/2009 21h02
Ministério da Saúde (195) 30/11/2009 21h02
Augusto,
No Brasil, apesar de ainda serem registrados casos graves da Influenza A (H1N1), esse número teve grande redução. Em comparação com a semana epidemiológica com o maior número de notificações, a semana epidemiológica 44 (até o dia 07 de novembro) apresentou redução de 97%. Estamos à disposição.
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