Representantes da saúde se reúnem para discutir precauções contra gripe suína no Rio
DIANA BRITO
colaboração para a Folha Online, no Rio
Representantes de órgãos ligados à área de saúde do Rio se reúnem na tarde desta segunda-feira para discutir precauções contra a gripe suína, que já teve casos confirmados na Espanha, México, Estados Unidos e Canadá.
Segundo informações da assessoria do aeroporto internacional Tom Jobim, por enquanto a única medida que está sendo tomada contra a doença é a veiculação de um aviso sonoro aos passageiros que embarcam e desembarcam na cidade. No aeroporto internacional de Guarulhos (Grande São Paulo), passageiros vindos do México relataram que a situação da cidade parece filme de ficção científica.
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"Senhores viajantes procedentes nos últimos dez dias do México, Canadá e Estados Unidos e que apresentam febre alta repentina, superior a 38 graus, acompanhada de tosse e dores de cabeça, musculares e nas articulações procurem a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) neste aeroporto", informa a mensagem veiculada no aeroporto internacional do Rio.
A Infraero (estatal que administra os terminais) não soube informar se as empresas de aviação também estão veiculando mensagens de prevenção contra a doença. Segundo o Ministério da Saúde, 100 mil panfletos estão sendo impressos em uma gráfica de Brasília para serem distribuídos ainda hoje nos aeroportos de Guarulhos, em São Paulo, e no Tom Jobim, no Rio.
Devem ser distribuídos 70 mil panfletos com informações preventivas sobre a gripe suína no aeroporto de Guarulhos e 30 mil no Tom Jobim.
Sintomas
A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 39ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal, mas com vômitos e diarreia mais severos.
Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha vírus, e examinadas em laboratório. Os antigripais Tamiflu e Relenza, já utilizados contra a gripe aviária, são eficazes contra o vírus H1N1, segundo testes laboratoriais, e parecem ter dado resultado prático, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).
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Sobre essa resposta
Eugenio,
Você está equivocado, as autoridades de saúde local não necessitam autorizar os médicos a prescreverem o medicamento. Cabe deixar claro que o Tamiflu deve ser receitado aos pacientes que realmente precisem do remédio. Estamos à disposição. Se o médico possui autonomia de receitar o remédio, porque vocês estão salientando que " Cabe deixar claro que o Tamiflu deve ser receitado aos pacientes que realmente precisem do remédio". O Médico não estudou para isso? Para saber o que é melhor para seu paciente?
Vocês dizem o médico tem autonomia para receitar e logo depois: Mas ele só deve administrar o medicamento caso o paciente realmente necessite...
Imagine eu chego no médico, ele receita o tamiflu. Dai eu digo, mas doutor o remédio só deve ser receitado se eu realmente precisar... Ele vai dizer quem é o médico aqui!!!
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No Brasil, apesar de ainda serem registrados casos graves da Influenza A (H1N1), esse número teve grande redução. Em comparação com a semana epidemiológica com o maior número de notificações, a semana epidemiológica 44 (até o dia 07 de novembro) apresentou redução de 97%. Estamos à disposição.
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No Brasil, apesar de ainda serem registrados casos graves da Influenza A (H1N1), esse número teve grande redução. Em comparação com a semana epidemiológica com o maior número de notificações, a semana epidemiológica 44 (até o dia 07 de novembro) apresentou redução de 97%. Estamos à disposição.
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