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Cotidiano
08/05/2009 - 09h21

Lula diz que situação é tranquila e que Brasil vai manter vigilância contra gripe suína

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LORENNA RODRIGUES
da Folha Online, em Brasília

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou na manhã desta sexta-feira que, apesar dos quatro casos confirmados de gripe suína no Brasil, "a situação está tranquila". Há casos em três Estados: São Paulo (2), Rio (1) e Minas (1). Os pacientes são adultos e passam bem, conforme o Ministério da Saúde.

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Da base aérea de Brasília, onde concedeu entrevista com o presidente do Paraguai, Fernando Lugo, Lula disse que o Brasil continuará cumprindo todas as determinações da OMS (Organização Mundial da Saúde). "Vamos continuar com a vigilância que deu certo nos aeroportos brasileiros", disse.

O presidente afirmou que o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, garantiu que não houve contágio do vírus no Brasil.

Mundo

A OMS advertiu na quinta-feira (7) que o vírus da gripe suína continua se espalhando pelo mundo e que uma estimativa "razoável" é que chegue a infectar um terço da população mundial.

O balanço mais recente da organização aponta 2.371 casos da doença em 24 países. O relatório, divulgado às 15h de ontem não inclui os quatro casos confirmados no Brasil.

Segundo o balanço da OMS, a gripe causou 44 mortes --42 no México e duas nos Estados Unidos. Apesar do aumento de 29 para 42 mortes no México, que havia sido informado na quarta-feira, o governo mexicano afirmou que o pior da epidemia de gripe suína já passou e baixou o alerta nesta quinta, permitindo a reabertura de estádios, bares e prédios públicos.

O nível de alerta pela gripe suína permanece no nível 5, que indica uma pandemia iminente. A contenção da transmissão do vírus, que, segundo a OMS, permanece restrita à América do Norte, levou a OMS a rejeitar elevar o alerta para o nível máximo, seis.

Classificações

São consideradas suspeitas de ter a doença pessoas que tiverem febre alta repentina (acima de 38ºC) e tosse. Também podem estar acompanhadas de dor de cabeça, dores musculares e nas articulações ou dificuldade respiratória.

Além disso, o paciente deve ter apresentado os sintomas até dez dias depois de sair de países que reportaram casos pela influenza A (H1N1) ou ter tido contato próximo, nos últimos dez dias, com uma pessoa classificada como caso suspeito de contaminação.

São monitoradas pessoas que chegaram de países afetados, com febre não medida e tosse. De acordo com o ministério, o paciente também pode apresentar um dos sintomas apontados na definição de caso suspeito.

Também são monitorados viajantes procedentes de voos internacionais, nos últimos dias dias, de países não afetados pela doença e que apresentaram sintomas conforme definição de caso suspeito.

Arte/Folha Online
Comentários dos leitores
Caro Eugenio Araujo,

A prescrição e dispensação do Olseltamivir fora dos critérios previstos no protocolo do Ministério da Saúde ficam sob a responsabilidade conjunta do médico responsável pela prescrição e da autoridade de saúde local. Nesse caso, a autonomia do profissional está em decidir ou não pela prescrição do medicamento.

Quanto à venda do medicamento nas farmácias, como já foi dito anteriormente, o Ministério da Saúde não a proibiu, porque não tem atribuição para isso. A falta do remédio ocorreu porque a empresa fabricante não conseguiu suprir a demanda do mercado. Segundo o laboratório, o remédio estará disponível nos estabelecimentos comerciais assim que suprir a demanda dos governos. Continuamos à disposição.
fernanda.scavacini@saude.gov.br
Assessoria de Comunicação
Ministério da Saúde
sem opinião
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eugenio araujo (87) 10/12/2009 00h17
eugenio araujo (87) 10/12/2009 00h17
MS
Continuo afirmando que no seu "Protocolo" diz que a prescrição de medicamentos fora do protocolo deve ser validado pela autoridade de Saude local. Isto nao está escrito????Do momento que algo tem que ser em conjunto, não existe autonomia individual, ou seja, o medico que prescreve fora do protocolo deve ser validado pela autoridade de saude local. Então onde esta a autonomia do medico, ou voces mudam o protocolo, ou deixem de dizer mentiras. Pois vale e o que esta escrito em procedimento.
E por falar no tamiflu, quando voces vão deixar de estatizar o mesmo?
Em nenhum pais existe (vamos dizer + 2) . existe esta proibição de vendas em farmacias, ou como voces dizem " o labratorio esta atendendo demanda elevada". Por que no Brasil é diferente dos outros paises, o laboratorio instalado aqui é diferente dos outros paises, pois consegue atender a demanda do mundo, menos do Brasil. Tenha a santa paciencia. não somos bobos. Voces dificultaram o acesso ao medicamento atraves de prescrição medica. Não temos direito de livre escolha de medicos e comprar o medicamento onde quisermos (obs. com prescrição medica, que fique bem claro).
5 opiniões
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Olá Ana Leal,

O Comitê Assessor para Vacinas da Organização Mundial de Saúde divulgou uma nota no dia 4/12 informando que todas as vacinas com e sem adjuvantes foram testadas e são seguras.
Até o momento não se tem evidenciado aumento da ocorrência de eventos adversos graves, em relação à média observada nos últimos anos para outras vacinas.
Para mais informações:
fernanda.scavacini@saude.gov.br.
Assessoria de Comunicação
Ministério da Saúde
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