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Cotidiano
11/05/2009 - 08h13

Mônica Bergamo: Policiais e peritos negam estar abalados com alegações da defesa dos Nardoni

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Colaboração para a Folha Online

Os responsáveis pela investigação do assassinato de Isabella Nardoni, 5, negam ter se abalado com a alegação da defesa dos acusados pelo crime de que o sangue armazenado no Instituto de Criminalística como sendo de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá não é deles, informa a colunista Mônica Bergamo na edição desta segunda-feira da Folha (a íntegra da coluna está disponível para assinantes do UOL e do jornal).

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Anna Carolina e Alexandre são levados para cadeia após terem prisão decretada
Anna Carolina e Alexandre são levados para cadeia após terem prisão decretada

Na semana passada, o advogado dos Nardoni, Roberto Podval, pediu ao juiz que acompanha o caso, Maurício Fossen, que seja autorizado um exame de DNA no sangue coletado na residência para "provar que não é do casal". Segundo o defensor, o sangue encontrado no apartamento do casal não é de seus clientes.

Conforme os peritos que atuam no caso, o sangue do pai e da madrasta da vítima foi coletado para exame toxicológico e que há material suficiente para a contraprova nos laboratórios. Podval, no entanto, afirma que o exame foi feito "com a urina do casal" e que "nenhum sangue" foi coletado.

A menina Isabella morreu no dia 29 de março do ano passado, quando foi jogada do sexto andar do prédio onde moravam seu pai e sua madrasta, na zona norte de São Paulo.

Júri popular

Os desembargadores da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiram que o casal deve ser levado a júri popular pelo crime.

O julgamento ainda não tem data definida. A expectativa da Justiça, no entanto, é que o júri ocorra no segundo semestre deste ano.

 

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