13/08/2002
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10h07
A Prefeitura de Ubatuba demoliu desde o mês passado 12 construções irregulares, todas localizadas em áreas de preservação ambiental ou públicas.
As demolições são resultado de uma operação conjunta entre as secretarias de Obras, Arquitetura e Urbanismo e Meio Ambiente que objetiva a regularização de construções desordenadas e a preservação do ambiente.
O secretário do Meio Ambiente, Virgílo Barroso, afirmou que ainda não foi feito um levantamento para identificar todas as construções irregulares, que se estendem por todo o município.
Para Barroso, as áreas mais distantes, em geral condomínios de luxo, são as que apresentam maior dificuldade de fiscalização.
Segundo o secretário de Arquitetura e Urbanismo, Sidney Giraud, o alvo das demolições são as obras em fase inicial e os pequenos construtores.
"No momento, a prefeitura quer combater as obras iniciadas há pouco tempo e as pequenas construções. Não há previsão para as construções de luxo", disse.
O presidente da Assu (Associação Sócioambientalista Somos Ubatuba), Caio Marco Antônio, disse que a medida adotada é o início de um processo de fiscalização da prefeitura. Para isso, não é possível diferenciar o pequeno do grande construtor.
"É uma situação grave. Ubatuba está cercada de áreas de preservação e não basta demolir barracos e bares em beira de estrada. Uma casa de luxo, como as que existem às margens do rio Itamambuca, também agride o ambiente", disse.
Na semana passada, no bairro Sesmarias, foi demolido um bar à beira da estrada e barracos e alicerces no antigo lixão. Na praia Grande, foram removidos dois barracos que estavam localizados em área de preservação.
Ubatuba demole construções em área pública e de preservação
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da Folha ValeA Prefeitura de Ubatuba demoliu desde o mês passado 12 construções irregulares, todas localizadas em áreas de preservação ambiental ou públicas.
As demolições são resultado de uma operação conjunta entre as secretarias de Obras, Arquitetura e Urbanismo e Meio Ambiente que objetiva a regularização de construções desordenadas e a preservação do ambiente.
O secretário do Meio Ambiente, Virgílo Barroso, afirmou que ainda não foi feito um levantamento para identificar todas as construções irregulares, que se estendem por todo o município.
Para Barroso, as áreas mais distantes, em geral condomínios de luxo, são as que apresentam maior dificuldade de fiscalização.
Segundo o secretário de Arquitetura e Urbanismo, Sidney Giraud, o alvo das demolições são as obras em fase inicial e os pequenos construtores.
"No momento, a prefeitura quer combater as obras iniciadas há pouco tempo e as pequenas construções. Não há previsão para as construções de luxo", disse.
O presidente da Assu (Associação Sócioambientalista Somos Ubatuba), Caio Marco Antônio, disse que a medida adotada é o início de um processo de fiscalização da prefeitura. Para isso, não é possível diferenciar o pequeno do grande construtor.
"É uma situação grave. Ubatuba está cercada de áreas de preservação e não basta demolir barracos e bares em beira de estrada. Uma casa de luxo, como as que existem às margens do rio Itamambuca, também agride o ambiente", disse.
Na semana passada, no bairro Sesmarias, foi demolido um bar à beira da estrada e barracos e alicerces no antigo lixão. Na praia Grande, foram removidos dois barracos que estavam localizados em área de preservação.

