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Cotidiano
18/06/2009 - 12h16

Em um ano, lei seca flagra 14 mil motoristas embriagados nas estradas federais

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da Folha Online

Balanço divulgado nesta quinta-feira pela Polícia Rodoviária mostra que, em um ano da lei seca, o exame do bafômetro flagrou 14 mil motoristas embriagados ao longo dos 65 mil quilômetros de estradas federais. Do total, 9.000 foram presos em flagrante.

De acordo com o levantamento, nos primeiros seis meses da lei, 40 mil motoristas foram submetidos ao teste. Em 2009, cerca de 320 mil condutores já fizeram o teste do bafômetro.

Entre 20 de junho de 2008 e o último dia 16, a PRF (Polícia Rodoviária Federal) registrou uma redução de 2% no índice de mortes e de 3% no total de acidentes com mortes. O número de colisões e de feridos, no entanto, aumentaram em 7% e 4%, respectivamente.

Para a PRF, a lei seca mudou o comportamento do motorista. EM junho do ano passado, era registrado um flagrante de embriaguez a cada seis testes realizados. Atualmente, é feito um flagrante a cada 40 testes.

Saúde

Dados apresentados quarta-feira (17) pelo Ministério da Saúde mostram que o número de internações no SUS (Sistema Único de Saúde) provocadas por acidentes de trânsito nas capitais brasileiras caiu de 105.904, no segundo semestre de 2007, para 81.359, no segundo semestre de 2008.

O governo apontou como outro "impacto positivo" da lei seca a redução do número de mortes relacionadas a acidentes de trânsito --3.519 no segundo semestre de 2007 contra 2.723 no segundo semestre de 2008.

Lei seca

A lei seca, que prevê maior rigor contra o motorista que ingerir bebidas alcoólicas, foi sancionada, no dia 19 de junho do ano passado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A nova lei torna ilegal dirigir com concentração a partir de dois decigramas de álcool por litro de sangue. A punição para quem descumprir a lei prevê suspensão da carteira de habilitação por um ano, além de multa de R$ 955 e retenção do veículo.

A suspensão por um ano do direito de dirigir é feita a partir de 0,1 mg de álcool por litro de ar expelido no exame do bafômetro (ou 2 dg de álcool por litro de sangue). Acima de 0,3 mg/l de álcool no ar expelido (ou 6 dg por litro de sangue), a punição inclui também a detenção do motorista (de seis meses a três anos).

Comentários dos leitores
Mario sergio Citrã Prandi (80) 03/11/2009 14h12
Mario sergio Citrã Prandi (80) 03/11/2009 14h12
Quanta fantasia e ficção!!!!
Não estou querendo incentivar os radicais a debater nem chutar cachorro morto, tem coisas mais veridicas e importantes a comentar e atuais!!!!
Nem comentarei mais aqui, só vou finalizar com um comentario que deixei a um tempo atrás
{2}
Com tantas coisas para se preocupar nesse pais, ainda vejo essa mesma conversa do ano passado quando tentaram lançar essa lei seca (nome carinhoso dado pela nação Brasileira), ou melhor tem gente que ainda tenta. Fico feliz de lembram dos acidentes e da falta de ordem, PELO MENOS como desculpa né...
Deveriam descutir o problema antes de ficarem associando a chamados bode espiatorios,uns e outros, etc. Brasil tem muito mais o o que se preocupar, talvez os acidentes de Transito seriam uma boa sugestão para começarem a fazer algo de verdade. Só não me ofendo porque NÃO BEBO.
A diferença entre essa 'tal de lei seca" e a Segurança???????????????????
Segurança merece atenção, e constante eim!!!!
Finalizando antes do ponto final:
"Quem gosta tanto assim dos Texas, vai morar lá"
sem opinião
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Luís da Velosa (1358) 03/11/2009 13h29
Luís da Velosa (1358) 03/11/2009 13h29
Um major! Vai ser punido direitinho, sob pena da Polícia Militar se desmoralizar, pois um dos seus integrantes renegou o pundonor militar, infringindo o Regulamento. sem opinião
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Pietro Guerriero (75) 03/11/2009 12h46
Pietro Guerriero (75) 03/11/2009 12h46
A Lei Seca pode funcionar, sim. E o individuo pode beber, sim. O que ele nao pode e', depois de embriagado, tomar o volante de um veiculo e sair pelas ruas, arriscando alem da vida dele a dos outros. Esse e' um comportamento inaceitavel. Beba o quanto quiser, embriague-se, caia pelas calcadas, so' nao venha colocar em risco a vida do proximo dirigindo nesse estado.
Quanto a produzir provas, se o individuo nao quiser soprar no bafometro, a autoridade poderia leva-lo ao hospital mais proximo e ter a embriaguez validada por um medico de plantao. Tudo muito simples, por um pais mais seguro. E' so' o que queremos.
PS: Com essa folha corrida muito me admira que esse individuo ainda seja parte da PM. Deveria ter sido demitido ha' muito tempo.
sem opinião
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