Em um ano, lei seca gera economia de R$ 17 milhões para hospitais de SP
da Folha Online
Um balanço divulgado nesta quinta-feira pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo revela que, no primeiro ano da lei seca no país, os hospitais estaduais da capital e da Grande São Paulo economizaram R$ 17 milhões.
Isso porque, entre junho de 2008 --quando a legislação entrou em vigor-- e junho deste ano, houve uma queda de 18,9% no número de atendimentos a vítimas de acidente de trânsito nos 30 hospitais estaduais na cidade de São Paulo e região, informou a secretaria.
Neste período, foram registrados 75.175 atendimentos a vítimas de colisões, quedas de moto e atropelamento --17.566 a menos que o registrado entre os meses de junho de 2007 e junho de 2008, antes da lei ser aplicada.
Isso significa que 48 pessoas deixaram de ser atendidas, por dia, nestes hospitais. De acordo com a secretaria de Saúde, o atendimento a uma vítima em estado grave custa, em média, R$ 3.000 aos cofres públicos, enquanto o socorro a uma pessoa ferida sem gravidade gera um custo médio de R$ 500 --daí a economia.
"Embora a lei seca tenha tido menor visibilidade nos veículos de comunicação nos últimos meses, a fiscalização continuou e as pessoas, de modo geral, continuam respeitando as novas regras. Os paulistas estão percebendo que não faz o menor sentido dirigir após tomar bebidas alcoólicas, e que a mudança de hábitos é perfeitamente possível", afirma o secretário de Estado da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata.
Lei seca
A lei seca, que prevê maior rigor contra o motorista que ingerir bebidas alcoólicas, foi sancionada, no dia 19 de junho do ano passado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A nova lei torna ilegal dirigir com concentração a partir de dois decigramas de álcool por litro de sangue. A punição para quem descumprir a lei prevê suspensão da carteira de habilitação por um ano, além de multa de R$ 955 e retenção do veículo.
A suspensão por um ano do direito de dirigir é feita a partir de 0,1 mg de álcool por litro de ar expelido no exame do bafômetro (ou 2 dg de álcool por litro de sangue). Acima de 0,3 mg/l de álcool no ar expelido (ou 6 dg por litro de sangue), a punição inclui também a detenção do motorista (de seis meses a três anos).
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Não estou querendo incentivar os radicais a debater nem chutar cachorro morto, tem coisas mais veridicas e importantes a comentar e atuais!!!!
Nem comentarei mais aqui, só vou finalizar com um comentario que deixei a um tempo atrás
{2}
Com tantas coisas para se preocupar nesse pais, ainda vejo essa mesma conversa do ano passado quando tentaram lançar essa lei seca (nome carinhoso dado pela nação Brasileira), ou melhor tem gente que ainda tenta. Fico feliz de lembram dos acidentes e da falta de ordem, PELO MENOS como desculpa né...
Deveriam descutir o problema antes de ficarem associando a chamados bode espiatorios,uns e outros, etc. Brasil tem muito mais o o que se preocupar, talvez os acidentes de Transito seriam uma boa sugestão para começarem a fazer algo de verdade. Só não me ofendo porque NÃO BEBO.
A diferença entre essa 'tal de lei seca" e a Segurança???????????????????
Segurança merece atenção, e constante eim!!!!
Finalizando antes do ponto final:
"Quem gosta tanto assim dos Texas, vai morar lá"
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Quanto a produzir provas, se o individuo nao quiser soprar no bafometro, a autoridade poderia leva-lo ao hospital mais proximo e ter a embriaguez validada por um medico de plantao. Tudo muito simples, por um pais mais seguro. E' so' o que queremos.
PS: Com essa folha corrida muito me admira que esse individuo ainda seja parte da PM. Deveria ter sido demitido ha' muito tempo.
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